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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte I

Por Gilmar Duarte – 05.09.2017

Os resultados da nova pesquisa das empresas contábeis estão fechados e serão publicados ao longo de algumas semanas, ao final das quais serão compilados no formato de e-book com os dados completos. Você não pode perder.

Pesquisa “é a coleta de informações junto ao consumidor, concorrente ou fornecedor para orientar a tomada de decisões ou solucionar problemas”. Esta simples definição extraída do site do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) exprime a real intenção da mais nova edição da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis (PNEC), ou seja, recolher conhecimentos da classe empresarial contábil a fim de desenvolver, colaborar, reproduzir e atualizá-la para asegurança no momento de escolher o caminho a seguir.

A Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC teve início em 2012 com a visita da Comissão de Precificação dos Serviços Contábeis – Copsec a diversas empresas de prestação de serviços de contabilidade, ocasião em que muitos dados foram coletados.

No ano seguinte, o questionário estruturado e disponibilizado na internet foi respondido por 191 empresas de todo o país.A terceira edição da pesquisa ocorreu neste ano, de 2 de maio a 8 de agosto, apoiada por diversos parceiros e entidades, que esperam ser auxiliados pelas informações coletadas no sentido de facilitar o posicionamento dos empresários da contabilidade nos momentos cruciais da tomada de decisões.

Participação na PNEC: A 3ª PNEC teve a participação de 244 empresas contábeis distribuídas em 85% dos estados brasileiros, condição que traz maior credibilidade na retrataçãoda visão majoritária da classe.

O estado com a maior participação, como não poderia deixar de ser, foi São Paulo, com 29% do total, seguido do Paraná (13%), Minas Gerias (11%), Rio de Janeiro (10%), Distrito Federal (6%), Rio Grande do Sul (5%), Santa Catarina (5%), Pernambuco (3%) Bahia (2%), Pará (2%) e Mato Grosso (2%). Os estados do Amazonas, Rondônia, Alagoas, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Piauí, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe somaram 9%. Rio Grande do Norte, Tocantins, Acre e Amapá não participaram da pesquisa.

Tempo de atividade: A mortalidade das empresas com dois anos de atividade, segundo pesquisas do Sebrae, era de 46% em 2008 e 2009. A partir de 2010 caiu significativamente para 24% (pesquisas efetuadas até 2012). Se a pesquisa continuasse aumentando o tempo de atividade certamente o índice de mortalidade crescerá assustadoramente.

O resultado da PNEC mostra que a atividade empresarial contábil tem especial longevidade. Em 2013/14, ocasião da 2ª PNEC, observou-se que as empresas que participaram da pesquisa tinham, em média, 13,6 anos de atividade, e em 2017 aumentou para 17 anos.

Este quadro pode ser dividido em três grandes grupos: empresas com menos de cinco anos que representam 22%; empresas com mais de 25 anos são 24%; portanto, 54% das empresas têm mais de cinco anos e menos de 50. Destaco que a empresa mais antiga que participou da pesquisa já conta com 52 anos de atividade, o que é excepcional.

Investidores: Identificar algumas características dos sócios em relação aos investimentos era algo desejado, e constatamos que cada empresa contábil tem 2,05 sócios, sendo que 87% deles atuam diretamente dentro da empresa, ou seja, apenas 13% são exclusivamente investidores.

Foi perguntado se os sócios possuem investimentos em outros negócios e em 59% das empresas a resposta foi que eles atuam com exclusividade na empresa contábil, em 24% das empresas alguns dos sócios têm outra atividade e em 17% delas todos os sócios têm, no mínimo, mais uma atividade distinta da prestação de serviços contábeis.

São duas as formas de analisar a opção dos investidores: ter foco num investimento garante a possibilidade de sucesso, pois todas as energias estarão concentradas; já a outra é de não depositar todos os ovos num só cesto.

Entendo que ambas, de acordo com o estilo do empresário, podem dar certo, pois mesmo se a opção for uma só empresa é possível prestar mais de um serviço, como a venda de seguros, certificados digitais, representação de software, etc.

Continue acompanhando os resultados da PNEC nas próximas semanas. Você vai se surpreender.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Sua Empresa Contábil é Eficiente?

 

Por Gilmar Duarte

O desejo de saber se estamos no caminho certo faz parte da natureza humana. Mais ainda quando se trata do mundo dos negócios, no qual a eficiência reflete diretamente na lucratividade.

A comparação pode ser uma métrica eficaz para analisar se a sua empresa é eficiente.

Sempre que alguém tem a oportunidade de estar frente a frente com o concorrente direto ou indireto surge o desejo natural de descobrir como atua, especialmente se ele ocupa lugar de destaque em relação ao seu negócio.

A conversa segue com a disfarçada tentativa de descobrir os segredos capazes de inspirar ideias para melhorar o nosso posicionamento. Isto acontece também com você? Provavelmente sim, mas a questão é: será que as informações coletadas são suficientes para a tomada de decisão?

Preocupado com a falta de informações para a gestão das empresas contábeis iniciamos a Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC), cujo resultado foi publicado num artigo que poderá ser acessado no link https://goo.gl/D1PnRX.

Confiantes de que os empresários contábeis aprovaram a iniciativa e estão sedentos de informações atualizadas será feita mais uma edição da PNEC entre os meses de maio a julho de 2017.

O questionário foi elaborado para a busca de informações gerenciais como faturamento médio por colaborador, custo da folha de pagamento, percentual das despesas fixas em relação ao faturamento, honorários médios por cliente, lucro líquido, atraso médio no recebimento etc.

Primeiramente, o resultado desta pesquisa possibilitará ao empresário contábil refletir sobre a forma de atuação e, posteriormente, identificar se os seus resultados são bons ou se há necessidade de mudanças.

Esta edição da PNEC deve atingir grande parcela dos empresários contábeis de todo o Brasil, pois parcerias já firmadas com sindicatos, associações e empresas prestadoras de serviços para este ramo ganharão ampla divulgação.

Convoco todos os leitores semanais – são mais de 10 mil – a assumir esta bandeira, no sentido de responder ao questionário e também enviar o link da PNEC a todos os colegas empresários contábeis.

Se você está entre os empresários contábeis ávidos por informações deste ramo de atividade contribua com a divulgação, colocando a logomarca e o link da PNEC em seu site e/ou encaminhando e-mail marketing para a sua lista de endereços eletrônicos.

O autor da pesquisa também está disponível para fornecer mais informações às entidades que quiserem se engajar nesta prazerosa atividade em prol dos associados. Escreva para gilmarduarte@dygran.com.br e solicite o material.

Em agosto os resultados serão tabulados e analisados e em setembro publicados amplamente para que os empresários do ramo da contabilidade conheçam a forma de atuação dos colegas (concorrentes).

Quem descobrir estar abaixo da média terá a oportunidade de revisar o planejamento e ajustar a rota do seu empreendimento. Já aqueles jubilosos que se encontram acima da média poderão comemorar.

Agradeço o seu valioso e relevante apoio. Clique neste link https://goo.gl/XGJ4Rc e em 10 minutos responderá o questionário.

Gilmar Duarte é Contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Pós-graduandos da UFPR Fazem Pesquisa Sobre Estereótipos da Profissão no filme “O Contador”

Recentemente, a Warner Bros lançou um filme intitulado “O Contador”. A produção mostra, em outros aspectos, estereótipos dos profissionais da contabilidade, envolvendo suas habilidades, competências, ambições, manias e defeitos.

Os estereótipos do profissional da contabilidade são importantes e devem ser conhecidos para o sucesso da profissão, tendo que, muitas vezes, a imagem dos contadores é vista pelo público somente em eventos negativos, tais como fraudes, escândalos e falências. No Brasil, já ocorreram referências nesse último sentido.

Na novela “Páginas da Vida”, por exemplo, exibida pela Rede Globo, o personagem Alex (Marcos Caruso), foi apresentado como um contador fracassado, sem alternativas de trabalho, uma pessoa que sente vergonha de se apresentar como contador; por isso, tem problemas com a esposa, que o humilha…

É talvez a primeira vez em circuito mundial que a indústria cinematográfica mostra com tantos detalhes os estereótipos dos contadores.

Explorando a oportunidade, os estudantes do Programa de Pós-Graduação em Contabilidade da Universidade Federal do Paraná (PPGCONT-UFPR) Alcido Manuel Juanilha, Joyce Menezes da Fonseca Tonin, Vagner Alves Arantes e Romualdo Douglas Colauto, sob a coordenação do professor Vicente Pacheco, auditor independente, ex-conselheiro do CRCPR, membro da Academia de Ciências Contábeis do Paraná, professor da UFPR e doutor em Ciências Contábeis pela USP, estão desenvolvendo uma pesquisa que visa identificar as percepções de profissionais sobre as habilidades, competências, ambições, manias e defeitos dos contadores retratados no filme, que ainda está em cartaz nos cinemas de algumas cidades no Brasil.

Professores, alunos e profissionais ligados à contabilidade que tenham assistido ao filme estão sendo convidados a participar da pesquisa, cujo questionário está disponível em https://goo.gl/forms/8otcEtPyzzaoOu832.

As informações fornecidas serão utilizadas apenas para o propósito acadêmico e o envolvimento dos respondentes voluntários é considerado como uma grande contribuição para a qualidade dos resultados do estudo.

Para os respondentes serão sorteados três fones de ouvido sem fio, micro SD, USB, FM, Bluetooth.

Fonte: site CRC-PR 11.11.2016

Pesquisa sobre Obrigações Tributárias Acessórias

O CRCPR está apoiando uma pesquisa da Fenacon e do IBPT, cujo objetivo é mensurar a enorme quantidade de exigências do Fisco, a existência de solicitação de informações em duplicidade e o custo que isso representa para os escritórios de contabilidade e para as empresas.

Esse trabalho visa embasar um pedido de simplificação e racionalização da burocracia tributária em nosso país.

O tema “Obrigações Acessórias” é o mais recorrente junto à classe contábil, quando se trata de reclamações e críticas. Sua colaboração ao responder esta pesquisa é um passo importante na solução de muitos problemas da classe contábil.

Conto com a ajuda de todos vocês? O prazo para resposta é até dia 31/10!

Clique aqui e responda o questionário.

Como atender as diversas obrigações impostas às empresas. Mapeamento das exigências das legislações comercial e tributária. Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações.

“Botar preço” ou Precificar?

Para que demandar tempo na tentativa de definir o preço de venda se ao final quem determina é o mercado? Desta forma parece que é mais lógico que concentremos os esforços noutras atividades.

Fugir da realidade é sempre difícil e definir o preço de venda é uma realidade cotidiana de todos sem exceção.

Constantemente precisamos definir o preço: de uma mercadoria ou serviço em empresas ou atividade sem fins lucrativos, o salário para determinada função e até na administração da economia doméstica, inclusive na educação dos filhos.

No emprego, se tivermos aptidão para definir o valor do nosso salário e competência para oferecer e destacar os diferenciais, certamente conquistaremos melhor remuneração e reconhecimento dos superiores e da sociedade.

Simplesmente pesquisar quanto um profissional é remunerado na média não garante aquele salário, pois precisa estar preparado e desempenhar com eficiência. A média não é o topo, portanto é melhor mirar numa remuneração melhor e para isto é necessário oferecer e fazer muito mais.

Esta mesma relação acontece nas empresas, porém com maior quantidade de ingredientes (custos diretos, indiretos, despesas comerciais, concorrência, valor percebido pelos clientes etc.).

Com tantas informações para se trabalhar faz com que significativa parcela dos empresários opte por “botar o preço” em função da concorrência. “Botar o preço” é não desejar aborrecimentos e preferir dedicar-se com o desenvolvimento e/ou comercialização, mas nunca ter que pensar muito sobre a arte de precificar.

Thomas Nagle afirma e seu livro que “o que torna o desafio interessante é que pouquíssimas empresas realmente entendem quanto valor seus produtos criam para os consumidores. ”

Estratégias de excelência na gestão das empresas são fundamentais e uma delas é precificar de forma justa, ou seja, aquela que permite conquistar o mercado não somente com o preço, mas com o valor criado pelo produto ou serviço.

A precificação justa deve, ainda, ser aquela que remunera todos os custos e investimentos envolvidos na geração do produto ou serviço e sobre lucro para remunerar os acionistas e continuar investindo no negócio.

“Botar o preço” no serviço ou mercadoria é tão fácil como o desaparecimento de empresas e muitas vezes acontece pela ineficiência na precificação.

“Precificar é pensar e agir de maneira estratégica como uma tática para calcular os preços de venda, pois esta é a alma do negócio” (Thomas Nagle).

Talvez o maior medo dos empresários seja de um dia quebrar, mas poucos analisam o que os leva a este triste final e se propõe a fazer melhor. Pense na precificação.

Precificar é uma arte que necessita de conhecimento, disciplina e dedicação de tempo, hábitos imprescindíveis ao alcance de resultados positivos e conquista da desejada fatia do mercado.

Precificar é a arte de atribuir valor monetário a um serviço, produto ou mercadoria que o fornecedor está decidido a aceitar em permuta e o cliente disposto a pagar para obtê-lo.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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Altruísmo: a Difícil Tarefa de Somar Esforços

Gilmar Duarte (artigo enviado por e-mail pelo autor em 11.05.2015)

É mais fácil ser egoísta, mas é muito mais prazeroso viver sendo altruísta.

Os avanços tecnológicos nos levam cada vez mais a desenvolver atividades solitárias, tais como o uso do computador, do celular, de jogos eletrônicos etc.

Aparentemente esta solidão torna a pessoa individualista, expressão capaz de distorcer a realidade quando mal citada, pois todos têm a sua individualidade. O perigo está em agir com egoísmo e não individualismo.

O egoísta é aquela pessoa que deseja dar pouco ou nada, mas quer receber muito. Não está disposta a investir tempo para desenvolver um novo trabalho, mas depois do mesmo implantado e de apresentar bons resultados quer se apropriar de todos os benefícios. O egoísta normalmente é incompetente, pois não consegue criar e por isso quer ser aproveitar dos criadores.

Ademar Batista Ferreira, presidente da Federação dos Estabelecimentos Particulares de Ensino da Região Sul (FEPEsul) disse que “…numa breve análise é possível perceber o quanto não nos envolvemos em relação a assuntos coletivos. Normalmente não participamos da reunião de condomínio ou da associação de bairro, e quando nos dispomos a participar logo queremos ser líderes. Se os demais não concordam conosco fundamos a nossa própria associação.”

É necessário aprender a conhecer a nossa individualidade (características que diferenciam umas das outras pessoas) para saber como contribuir com o grupo e controlar o egoísmo a fim de permitir que a participação nos grupos contribua com o crescimento de todos.

Por diversos motivos, as pessoas deixam de participar de grupos que poderiam trazer muitos benefícios. Os mais comuns talvez sejam esquecimento, preguiça, falta de tempo, desorganização ou descrença nos possíveis resultados a ser obtidos naquele grupo.

Lembro o início do grupo para estudar critérios para precificar os serviços contábeis. Participavam pouquíssimos empresários e alguns faltavam demasiadamente.

Alguns reclamavam que não valia a pena tanto esforço para depois passar gratuitamente a toda a classe. Mesmo assim uns poucos “teimaram” e levaram adiante o trabalho que foi coroado de sucesso e hoje é adotado por grande parcela da classe empresarial contábil.

Têm-se a impressão de que os pioneiros e desbravadores de novas terras, de associações e tantas outras atividades tiveram tarefa fácil. Tenham certeza de que a maioria dessas pessoas morreu antes de colher algumas homenagens, mas levou consigo a satisfação de conquistar o que era impossível para muitos.

Fiz essa abordagem para incentivar as pessoas que desejam realizar algum trabalho em prol da coletividade e recebem pouco apoio, terminando por desanimar. Aquilo que conquistamos com pouco esforço não é valorizado nem por nós mesmos. O que é difícil ou impossível para muitos será realizado por alguém determinado a superar as barreiras, inclusive a falta de credibilidade e de pessoas dispostas a estender as mãos. Certamente ainda será criticada.

O egoísta tenta se aproveitar do trabalho alheio, mas jamais conquista o reconhecimento verdadeiro. O altruísta contribui na realização das tarefas e além do aprendizado alcança a felicidade genuína pelos feitos realizados.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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Gestão de Empresa Contábil: Compare seu Desempenho com os Indicadores da PNEC /2014

Gilmar Duarte – pesquisador, contabilista, escritor, palestrante e empresário.

Você luta para que sua empresa contábil seja lucrativa, tendo reconhecida qualidade nos serviços prestados e ainda possa atrair mais clientes?

Então compare seu desempenho com a última pesquisa divulgada PNEC – Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis.

A PNEC teve início no segundo semestre de 2013 e contou com a participação de 191 empresas espalhadas por todo o Brasil que, voluntariamente, responderam aos 26 questionamentos. Esta pesquisa não tem cunho científico, mas cumpre o propósito de colaborar na construção do conhecimento.

Participaram da pesquisa 24 Estados, mas a concentração (69%) ficou no Paraná, com 28%, em Santa Catarina, com 23%, São Paulo com 11% e em Minas Gerais, com 7%. O sucesso no Paraná e Santa Catarina deve-se ao apoio do Sescap/PR e do CRC/SC.

O faturamento bruto anual das 179 empresas contábeis que responderam a este quesito totalizou mais de R$ 85 milhões, podendo-se afirmar que o número é expressivo para a análise desta atividade.

A seguir descreveremos os números revelados pelos empresários contábeis e que podem dar um norte à classe. Salientamos que houve perguntas que deixaram de ser respondidas pela totalidade dos empresários, então em cada um dos itens a ser apresentado será mostrado entre parênteses o percentual de respostas que validam em relação ao universo, que é de 191.

1)      O faturamento médio mensal das empresas (94%) é R$ 39.868,45;

2)      O custo médio mensal da folha de pagamento por empresa é R$ 22.113,64 (86%):

  1. O salário, encargos sociais e benefícios médios pagos por funcionário são de R$ 2.185,42 (73%);
  2. A folha de pagamento, com todos os encargos e benefícios, representa 45,23% do faturamento bruto (73%). Este valor não inclui o pró-labore;

3)      Na média, cada organização emprega 8,7 funcionários (98%);

4)      A receita bruta mensal por colaborador é R$ 5.088,58 (79%);

5)      O faturamento médio mensal por cliente é R$ 562,52 (91%);

6)      A idade média dos funcionários é 28,8 anos (83%);

7)      O sexo feminino representa 64% dos funcionários (83%);

8)      57% dos funcionários possuem a graduação (82%);

9)      Em média, os funcionários das empresas contábeis trabalham 40,5 horas por semana (81%);

10)  A idade média das empresas contábeis é 13,6 anos (83%);

11)  As organizações são compostas por 1,9 sócios em média (98%);

12)  As empresas contábeis possuem, em média, 77,9 clientes ativos (96%);

13)   67% das organizações contábeis afirmaram que o faturamento de 2013 aumentou em relação aos últimos cinco anos (93%);

14)  Apenas 56% das empresas afirmaram que o lucro líquido de 2013 também cresceu se comparado aos últimos cinco anos;

15)  41% dos sócios informaram possuir outra atividade econômica além da profissão contábil (92%);

16)  Os gastos fixos representam 22% do faturamento (84%);

17)  O lucro líquido é de 26% do faturamento bruto (83%);

18)  A inadimplência é de 10,8% sobre o faturamento de um mês (84%). Chamamos a atenção que este número é o resultado do somatório das contas a receber vencidas há mais de 30 dias, mas não perdidas, dividido pelo faturamento médio mensal;

19)  O controle do tempo nas tarefas já é praticado de alguma forma por 28% das empresas entrevistadas (91%);

20)  Apenas 6% das organizações conhecem o lucro ou prejuízo que cada cliente gera no processo da prestação dos serviços contábeis (83%)

21)  O livro “Honorários Contábeis” é conhecido por 39% dos entrevistados e 11% já o leram (92%)

22)  São 43 softwares utilizados pelas 182 empresas contábeis que responderam à esta questão e a nota média atribuída foi 8,1(em que a máxima era 10). Um software é utilizado por 49% das empresas.

Compare as informações acima, obtidas graças ao empenho de empresários contábeis abnegados e dispostos a contribuir com o crescimento da classe, com o desempenho médio da sua empresa e verifique onde está bem e em que é preciso melhorar.

Se você não participou desta primeira pesquisa esperamos tê-lo na próxima, que deverá ser realizada em breve, para juntos traçarmos o perfil das empresas contábeis no Brasil com maior precisão.

Gilmar Duarte é autor do livro “Honorários contábeis. Uma solução baseada no estudo do tempo aplicado”.

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Aviltadores de Preços Quebram?

Gilmar Duarte (artigo enviado por e-mail pelo autor em 13.04.2015)

A prática de preços ínfimos não é sinônimo de longevidade e nem de conquista financeira capaz de acumular reservas para um futuro desconhecido.

Que a prostituição dos preços se faz presente no cotidiano de todos os mercados nós já sabemos, embora alguns ainda fiquem indignados, pois não compreendem como pessoas podem praticar preços tão baixos a ponto de ser impossível obter lucro.

Estes empresários parecem ter como único propósito destruir os concorrentes com a prática de preços aviltantes. O consolo é que esta prática tende a acabar, na medida em que os clientes percebem que preços ilusórios significam produtos de péssima qualidade.

Mas quem é que ganha com a manutenção desta política? Todos perdem! O vendedor, que pode ser um prestador de serviços, depois de intensa luta percebe que não consegue se sustentar e decide pular fora do barco quebrado. O cliente, insatisfeito, reclama que o prestador de serviço não lhe dá a atenção necessária, e vendo seu barco afundando, também pula fora ou tenta buscar outro prestador, agora disposto a pagar preços justos para obter qualidade.

Esta realidade acontece diariamente na imensidão deste nosso país, mas parece que a lição não é aprendida por quem é responsável pela educação.

Vejam que nas escolas – pasmem -, não ensinam a atribuição de valor ao serviço prestado. Ao médico ensinam conhecer o corpo humano e técnicas para a cura de doenças. Ao engenheiro, tudo a respeito de cálculos, menos dos seus serviços. Ao contador, todos os segredos para mostrar ao cliente a rentabilidade do seu patrimônio. Ao advogado, o conhecimento da legislação.

É … em todos os exemplos pode-se observar que esqueceram de ensinar a atribuição de valor ao trabalho, matéria que deveria ser a principal. As grandes empresas resolvem este problema contratando pessoas que buscaram especialização nesta arte, tornando-as rentáveis e conquistando sucesso.

Que saída resta aos empresários individuais ou àqueles que não podem contratar um especialista na arte de precificar? A solução é se especializar! Sim, buscar conhecimento em precificação, pois certamente ele já conhece bastante da atividade que atua, seja ela engenharia, medicina, advocacia, contabilidade etc.

Se conhecesse as regras básicas da precificação, o aviltador de preços – que quebra em pouco tempo – poderia estar em atividade, pois todos praticariam preços melhores sem a necessidade de muitos clientes, mas primando pela excelência no atendimento a uma quantidade menor de clientes.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Ainda Vale a Pena Investir em Empresa Contábil?

por Gilmar Duarte (artigo enviado por e-mail pelo autor em 06.04.2015)

Com todas as dificuldades impostas ao desempenho da atividade empresarial contábil será que ainda é vantajoso investir neste ramo? Você conhece todos os riscos?

No ramo industrial, os chamados Tigres Asiáticos – Cingapura, Taiwan, Coréia do Sul e Hong Kong – despertam grande temor entre os outros países, pois produzem com baixíssimo custo, o que leva a quebrar empresas no mundo inteiro.

Os médicos reclamam que o investimento na formação para o desempenho da função é alto e moroso, e posteriormente a remuneração não é condizente.

As construtoras dizem que só conseguem pegar obras do governo se pagarem propinas aos altos executivos governamentais, e agora o risco de ir para a cadeia é grande.

Se analisarmos todas as atividades encontraremos entraves que devem ser mensurados para concluir se vale a pena investir nelas.

As empresas contábeis têm enfrentado inúmeras dificuldades que as espremem entre a execução do serviço com perfeição e o valor da remuneração, que deveria considerar o tempo de dedicação e a responsabilidade imputada.

Para lembrar algumas mudanças que exigiram pouco dos clientes, pois toda responsabilidade parecia ser somente do contador e este, pressionado, teve de assumir os serviços geralmente sem majorar os honorários, cito os seguintes exemplos:

“Simples Nacional”: muitos podem nem mais lembrar como foi difícil a implantação, devido à falta regulamentação da lei e isto deixou os contadores assustados;

Assinatura Digital: foi preciso entender o funcionamento, explicar aos clientes e ainda dizer que deveriam pagar para tê-la;

Nota Fiscal Eletrônica: foi muito mal divulgada e os agentes da Receita Estadual desconheciam o funcionamento, mas todos nós sabíamos que futuramente seríamos cobrados por erros que na data ninguém sabia explicar;

SPED Contábil: até hoje poucos sabem da real utilização, inclusive as juntas comerciais têm dificuldades para fazer o registro;

SPED Contribuições e Fiscal: a geração destes arquivos ainda são feitos com muitos erros dado a falta de informações que devem ser transmitidas pelos clientes. Sabemos que o cruzamento acontecerá e muitas penalidades deverão ser arcadas. Quem será responsabilizado por isso? O cliente, o desenvolvedor do software ou o contador?

Além dos exemplos acima, que não são poucos, temos ainda as ininterruptas alterações da legislação que exigem muito tempo e pessoal qualificado para acompanhar, entender, orientar os clientes e conferir os serviços.

Todos dizem – e eu confirmo: é impossível um contador estar constantemente atualizado sobre as mudanças tributárias, especialmente dos produtos que diariamente sofrem alterações das regras de tributação.

É incompreensível que empresários contábeis responsáveis pela decifração de toda esta “maracutaia tributária imposta pelos governos”, que deveriam sentir-se muito valorizados, ainda pratiquem honorários ínfimos que nem lhes permitem ter um veículo quitado e, na maioria das vezes, pagam aluguel da sede e de suas residências.

Isto certamente irá mudar, mas é impossível saber quanto tempo ainda será necessário para acordarmos para compreender os riscos que o contador corre no desempenho da sua atividade.

Será que aqueles que já conquistaram patrimônio devem colocá-lo em risco? Talvez seja importante investir na conscientização dos clientes para dividir as responsabilidades e obter valorização nos honorários.

Pense bem nisto e não se esqueça de tomar providências para proteger o seu patrimônio.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Seus colaboradores produzem tanto quanto seus concorrentes?

por Gilmar Duarte (artigo enviado pelo autor em 30.03.2015)

Há alguma fórmula que permite comparar a produtividade entre empresas contábeis?

Como podemos saber se o número de funcionários da nossa empresa contábil é ideal para prestar serviços? E os colaboradores, são eficientes? Há concorrentes com número bem maior de funcionários, mas acredito que a quantidade de clientes seja igualmente superior.

Os diálogos sobre a produtividade nas empresas são bastante frequentes, inclusive nas empresas contábeis. Mas formas simplistas de medi-la ao fazer comparações com a concorrência podem ser inadequadas. Tomemos como exemplo uma indústria de automóvel que produz 200 veículos por dia, e outra, apenas 100.

Primeiramente é necessário saber quantos colaboradores há em cada uma, mas somente isto é insuficiente. A primeira pode produzir 200 veículos populares e a outra, 100 automóveis de luxo, o que exige tempo e dedicação na montagem e acabamento totalmente diferentes.

Assim também acontece com as empresas contábeis. Pode ocorrer que uma empresa possua 10 funcionários e tenha 100 clientes e outra, com 20 funcionários, apenas 50. Provavelmente o volume de serviços é desigual: tamanho dos clientes, números de funcionários dos clientes e a complexidade dos serviços oferecidos. Então, como compará-las?

Uma forma prática e não tão complicada é calcular o faturamento bruto médio gerado por colaborador. Encontre o faturamento médio mensal (some todas as receitas do ano – honorário fixo e serviços acessórios – e dívida por 12) e divida pelo número de colaboradores existente na empresa. Tomemos como exemplo a empresa que possui 14 colaboradores, com faturamento bruto anual de R$ 1.035.000,00, sendo R$ 900 mil de honorários fixos e R$ 135 mil de serviços acessórios.

Com base nas informações acima tome o faturamento médio mensal de R$ 86.250,00 (1.035.000,00 /12) e divida pelo número de colaboradores – 14. O valor encontrado é R$ 6.161,00 (86.250,00/14), indicando que cada colaborador consegue gerar o faturamento de R$ 6.161,00. Estes números devem ser vigiados para conhecer a evolução mensal.

Acompanhar somente a evolução interna é insuficiente, pois é preciso conhecer o desempenho em relação aos concorrentes do mesmo ramo. Obter este indicador depende de pesquisas e, para tanto, o nosso maior aliado são os sindicatos patronais. Basta saber o faturamento bruto anual e o número médio de colaboradores das empresas contábeis.

A Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC) de 2014 revelou que a média nacional foi de R$ 5.088,58. Assim já é possível fazer a comparação.

Nos próximos meses será divulgado o resultado da PNEC de 2015. Se você deseja colaborar, mas ainda não respondeu ao questionário acesse http://goo.gl/forms/defbRomvj4. Quanto maior o número de pessoas que respondem à PNEC, mais qualidade terá o resultado.

Se o faturamento médio da sua empresa por colaborador está abaixo da média nacional verifique a produtividade dos colaboradores, se há necessidade de reajustes no honorário de alguns clientes ou se os serviços acessórios estão deixando de ser cobrados.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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