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Maioria das Empresas Brasileiras Paga Impostos Indevidamente

Ser um empreendedor de sucesso é o sonho de muitos brasileiros. No entanto, para isso, é necessário ter cautela e atenção.

Segundo dados do IBGE/Impostômetro, 95% das empresas pagam impostos indevidamente.

Isso porque a legislação tributária brasileira é considerada uma das mais complexas do mundo. E é aí que mora o perigo. Segundo João Lanzoni, gerente tributário da Marins Consultoria, o Brasil está em segundo lugar no ranking como um dos lugares que possuem a maior complexidade para cumprir com obrigações contábeis e fiscais, ou seja, manter as contas das empresas em dia.

E é em decorrência dessa falta de clareza fiscal que muitas empresas acabam enfrentando grandes dificuldades financeiras. “É muito difícil para as empresas cumprirem com as leis tributárias nas três esferas, ou seja, federal, municipal e estadual. São desafios diários para os empresários”, esclarece o tributarista.

No Brasil, cabe ao empreendedor calcular os tributos e compreender a legislação por conta própria. Lanzoni também explica que o contribuinte também não conta com respaldo do fisco e acaba tendo que calcular e pagar o imposto correndo o risco de erro de interpretação.

Além do perigo de estar pagando indevidamente, é notório que a carga tributária no País, a soma de todos os impostos, contribuições e taxas pagas pelos cidadãos e empresas em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) – está entre as mais altas do mundo.

Para o tributarista, cada vez mais é necessário estudo prévio das atividades operadas pela empresa evitando prejuízos. “O objetivo é analisar as operações da empresa e encontrar a melhor interpretação para a ocorrência de impostos, seguindo a legalidade”, explica. – Jornal do Comércio

Fonte: Jornal do Comércio 30.08.2017

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Defasagem da Tabela do IRF Acumula mais de 80%

Por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do Portal de Contabilidade

Segundo cálculos do Sindifisco (tabela abaixo), a tabela do imposto de renda da pessoa física vigente em janeiro/2017 está com defasagem de mais de 80%, decorrente da aplicação de reajustes inferiores à inflação no período de 1996-2016.

Isto faz com que os contribuintes paguem mais imposto, a cada ano. É o que chamo de “custo-Estado”, ou seja, para tapar os enormes gastos (leia-se desperdícios e corrupções) públicos, temos, a cada ano, que pagar mais impostos.

Até quando a sociedade brasileira aguentará tal fúria sobre os rendimentos dos trabalhadores, aposentados e demais cidadãos que dependem de seus parcos rendimentos para sustentarem-se a si e seus familiares?

Porque os sindicatos e centrais sindicais laborais, ao invés de organizarem violentos protestos contra a contenção de gastos do governo, não protestam contra a alta dos tributos, a defasagem da tabela do IRF e outras maracutaias para inflar a arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais? Deveriam exigir eficiência nos gastos, combate à corrupção, redução da máquina governamental e das mordomias, privilégios e impunidades. Ou estariam os sindicatos laborais agindo deliberadamente contra o empregado e a geração de renda? É isso o que me dá a entender, pelas ações que fizeram em 2016: sindicatos e centrais trabalhando CONTRA o empregado, e não a seu favor!

Além da Lava-Jato, precisamos de uma reforma estrutural deste Estado que engole a Nação Brasileira, carreando cada vez mais recursos para si e engolindo a iniciativa privada. São mais de R$ 2 trilhões por ano recolhidos de tributos, com pífios retornos para a sociedade (alguém está satisfeito com as estradas, com o atendimento da saúde pública e com a segurança?).

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Fonte da imagem: Sindifisco/2017.

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ICMS na Compra – Contabilização

O ICMS pago na aquisição de mercadorias para revenda e de insumos da produção industrial (matérias-primas, materiais intermediários e embalagens) não deve integrar o respectivo custo, quando for recuperável mediante crédito nos livros fiscais pertinentes.

Desta forma, debita-se uma conta do ativo – “ICMS a Recuperar”, para destacar o valor do imposto que poderá ser compensado com os débitos nas operações de saída do próprio contribuinte.

Quando não recuperável (como, por exemplo, o ICMS devido na compra por substituição tributária ou ICMS de empresa adquirente optante pelo Simples Nacional), a contabilização deve ser diretamente no custo da mercadoria adquirida (conta de estoques):

Exemplificando:

1. Contabilização quando o ICMS na compra é recuperável:

D – Estoques R$ 880,00

D – ICMS a Recuperar R$ 120,00

C – Fornecedores R$ 1.000,00

2. Contabilização quando o ICMS na compra não é recuperável:

D – Estoques R$ 1.000,00

C – Fornecedores R$ 1.000,00

Veja outros detalhamentos no tópico ICMS e IPI Recuperáveis – Contabilização, no Guia Contábil Online.

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