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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VIII

por Gilmar Duarte – via e-mail

Quantos softwares são necessários para a sua empresa contábil prestar serviços aos seus clientes e qual é o grau de satisfação em relação a estas ferramentas?

Os setes artigos que precedem esta série, frutos da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis (PNEC) 2017, podem ser acessados e lidos nos seguintes links:

Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte I
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte II (Empregados)
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte III
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte IV
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte V
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VI
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VII

Há serviços exequíveis sem que o empregado esteja diretamente ligado a um computador, tais como: limpeza, canteiros de obras, costura etc., mas mesmo nestas atividades o computador já começa a ser exigido.

Em muitas outras é comum cada empregado ter um computador com vários softwares instalados, pois esta é a tendência do presente, não do futuro.

No passado não muito longínquo era factível prestar serviços de contabilidade somente com a máquina de escrever (sem memória), na qual era introduzido papel especial e com a utilização da gelatina transferia-se a escrituração para o livro diário.

As demonstrações financeiras eram montadas pelo contador ou seu auxiliar simplesmente copiando os saldos das contas razão.

Para atender ao Fisco eram disponibilizados impressos padronizados para ser preenchidos manualmente ou com a máquina de escrever. Certamente o volume de informações disponibilizadas aos clientes e ao Fisco era muito menor, quando comparado com a atualidade.

A partir da década de 1990 os computadores invadiram o mercado e permitiram a execução dos serviços com extrema velocidade e quase sem erro.

São inúmeros softwares disponíveis com a finalidade de facilitar e agilizar as tarefas. No entanto, na maioria das vezes, os softwares não se comunicam entre si e obrigam o usuário a redigitar dados para obter informações para analisar ou apresentar a terceiros. Normalmente são utilizadas outras ferramentas, muitas vezes planilhas eletrônicas, para preparar o relatório final.

O mundo mudou. A realidade da prestação do serviço depois de 20 anos é completamente desigual na maioria das atividades, o que não poupa os serviços de contabilidade. Talvez não seja exagero afirmar que a contabilidade está entre as atividades que recebeu maior impacto das novas tecnologias.

Foi perguntado aos empresários na PNEC: “quantos softwares pagos a sua empresa contábil necessita para desenvolver todos os serviços que presta aos clientes?”

Para não restar dúvidas do que se deseja descobrir, foi adicionada a seguinte observação: “Considere apenas os softwares necessários para executar os serviços para os clientes. Portanto desconsidere os softwares genéricos tais como Microsoft Office, antivírus, monitoramento de alarme e imagens.”

Dois empresários responderam que não utilizam nenhum software, situação que parece ser impossível para os dias de hoje.

De outro lado foram registradas três empresas que afirmaram ser necessários dez softwares para executar todos os serviços aos clientes. Imaginem o grau de complexidade para integrá-los, ou seja, para que estes programas se conversem e disponibilizem as informações para análise.

Provavelmente isso não acontece, exigindo o retrabalho humano, processo mais oneroso em relação ao tempo e aos custos. Se todas as informações pudessem ser colocadas num só banco de dados ou num só programa o tempo exigido seria muito menor e os serviços seriam comercializados por preços inferiores, mas sem esquecer da lucratividade.

Foram analisados os dois extremos, que foi de zero a dez, mas na média as empresas de prestação de serviços contábeis, de acordo com a PNEC deste ano, necessitam de 3,3 softwares pagos para prestar serviços.

Ao serem indagados sobre o grau de satisfação em relação ao desempenho dos softwares que utilizam, responderam:

                        22% estão plenamente satisfeitos;

                        67% estão satisfeitos e

                          6% insatisfeitos.

Fundamentado nas respostas em relação ao grau de satisfação são possíveis três afirmações:

  • Os empresários contábeis estão bem servidos com relação aos softwares!
  • Os empresários contábeis não se envolvem nas tarefas diárias e nem ouvem seus colaboradores para medir a eficiência das ferramentas que utilizam!
  • Os empresários contábeis desconhecem o que é possível extrair das tecnologias disponíveis!

Pense nisso! Esquente a cabeça para pensar e não para executar rotinas massacrantes, pois estas os computadores fazem com enorme velocidade e “de boa.”

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Governo Federal Aumenta Suas Receitas – E as Empresas?

Por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do Portal Tributário e Portal de Contabilidade

Há poucos dias, o governo federal elevou tributos das empresas e pessoas físicas, incluindo o IOF sobre operações de créditos de cooperativas e reoneração previdenciária da folha de pagamento de dezenas de setores empresariais.

E as empresas? Como conseguirão absorver estes aumentos tributários e ainda elevar suas receitas?

Obviamente, empurrar para o consumidor os aumentos de custos e perdas de receita, sob a forma de aumento de preços, não é eficaz, pois a perda do poder aquisitivo da população brasileira nos últimos 3 anos tornam inviável o repasse integral de tais encargos.

Em geral, as empresas olham para o “corte de custos”, e enxugam a máquina administrativa e operacional. Como ganhar mercados (como vendas ao exterior) é demorado e incerto, quase 100% do empresariado passa a aplicar reduções de seus quadros de pessoal e custeios de investimentos.

É certo que os lucros empresariais são reduzidos quando o governo “abocanha” mais tributos. Recomenda-se aos gestores amplas ações de planejamento financeiro, operacional e estratégico, visando, entre outros:

1. retenção de lucros ou dividendos, para fortalecer o capital de giro e suprir demandas de investimentos;

2. repassar aos preços estritamente os montantes necessários para cobrir os aumentos de custos tributários e tarifas públicas (energia, combustíveis);

3. investir em novas estratégias de marketing, para alcançar novos mercados;

4. estrategicamente, analisar possibilidade de fusões e aquisições, para alavancar os negócios como um todo;

5. buscar novos investidores, seja no Brasil ou no exterior, lançando ações ou captando recursos de longo prazo, como debêntures conversíveis em ações;

6. reduzir estruturas administrativas e operacionais, tornando-as compatíveis com o fluxo de caixa atual;

7. buscar parcerias e novas formas de negócios (investindo em produtos mais lucrativos ou que são menos afetados pelo contexto de retração econômica);

8. inovar na administração e na gestão (como ampliação da terceirização e foco interativo no cliente);

9. intensificar ações de planejamento tributário;

10. reforçar ações de redução de desperdícios, erros, fraudes e perdas internos.

Enfim, o governo federal fez o que sabe fazer melhor: aumentar tributos. O empresário brasileiro sabe administrar, empreender, inovar – precisa utilizar toda sua capacidade e tecnologia para não ser engolido pela devassa fiscal e retração econômica.

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CNPJ – Nome Empresarial

O nome empresarial a ser cadastrado no CNPJ deve corresponder fielmente ao que estiver consignado no ato constitutivo da entidade, admitindo-se abreviações somente quando ultrapassar 150 (cento e cinquenta) caracteres.

A Microempresa (ME) ou a Empresa de Pequeno Porte (EPP), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, deve solicitar sua inscrição no CNPJ acrescentando a respectiva partícula (ME ou EPP, conforme o caso) ao final do seu nome empresarial.

Deve-se juntar ao Documento Básico de Entrada (DBE) ou Protocolo de Transmissão a correspondente Declaração de Enquadramento registrada no órgão competente.

Base: anexo VIII – Tabela de Documentos e Orientações do CNPJ

Manual do Super Simples, contendo as normas do Simples Nacional - Lei Complementar 123/2006. Contém as mudanças determinadas pela LC 128/2008. Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações.  A Contabilidade em relação à apuração dos tributos. Análise das contas contábeis e patrimoniais e dos documentos suporte Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações.

Como Iniciar a Empresa Contábil com Segurança

por Gilmar Duarte

Administrar o desejo e a ansiedade é uma tarefa dura, especialmente para os jovens. É necessário equilíbrio para realizar as coisas certas.

Fazer e apresentar o plano de ação para receber críticas e sugestões pode abrir caminho para muitos benefícios.

Depois da graduação em Ciências Contábeis e da conquista de um pouco de experiência vem o desejo de empreender, ou seja, constituir uma empresa de serviços contábeis.

Alguns “mais corajosos” aventuram-se logo, sem muita reflexão. Outros preferem ouvir para ter mais informações a fim de construir o sonho com solidez.

É comum jovens me escreverem pedindo conselhos. Nesta semana foi a vez de uma jovem do norte do Brasil. Ela diz sentir-se em condições de executar os serviços com qualidade, mas reconhece o medo de não conseguir clientes suficiente para cobrir os custos e desfrutar de salário razoável.

Sinto-me como o pai que não quer desencorajar o filho a se lançar num empreendimento, pois sabe que o sucesso deve acontecer, mas também preocupa-se em aconselhá-lo a analisar com mais cuidado se está preparado o suficiente ou se deve aguardar um pouco mais.

Lembro-me quando eu trabalhava de empregado numa empresa distribuidora de alimentos e, nas horas de folga, gostava de ajudar os amigos na organização de seus negócios.

Com o passar do tempo comecei a cobrar pelo serviço e os poucos clientes indicavam-me outros. As ofertas de serviço não cobriam o salário fixo que recebia, então propus ao patrão a redução da carga horária, o que foi bom para os dois lados, já que a empresa passava por momentos de dificuldades financeiras.

Com o tempo vieram muitos mais clientes, até que senti segurança para pedir o desligamento integral do emprego e dediquei-me exclusivamente à consultoria empresarial.

Esse processo serviu para o meu amadurecimento e garantiu as finanças no período de transição.

Aos que estão iniciando sugiro analisar a viabilidade de uma transição lenta, mas segura. Se for viável para a outra ponta do negócio, tenho certeza de que deve ser bom para você também.

É sabido que mais de 50% das novas empresas encerram suas atividades antes de completar três ou quatro anos, o que é assustador.

Desta estatística ninguém deseja fazer parte, portanto é fundamental apurar cuidadosa e criteriosamente todos os custos que envolvem o negócio.

Mesmo numa empresa prestadora de serviços, na qual normalmente há menor investimento financeiro, é necessário fazer as contas. Nos momentos de crise é que surgem as grandes oportunidades, mas isto não significa jogar-se de cabeça, ou, em outras palavras, deixar de colocar tudo na ponta do lápis.

Empreender é o caminho natural para os que desejam independência na administração do tempo e a conquista do sucesso financeiro, mas quando mal planejado e administrado, a dor de cabeça é certa.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Precificar para Atingir o Principal Objetivo da Empresa

Gilmar Duarte da Silva (enviado por e-mail 27.10.2014)

Muitas empresas são constituídas, mas seus criadores desconhecem os segredos mínimos da formação do preço de venda e com isso destroem seus sonhos. Sem lucro a empresa não sobrevive por muito tempo.

A empresa privada é formada pelo conjunto de pessoas e bens para produzir outros bens e/ou serviços com o objetivo de gerar lucro aos investidores, que normalmente são tratados por sócios.

Para alguns “poetas da economia” o principal objetivo de uma empresa está no atendimento com excelência aos clientes, ou sejam, a razão da existência dela é o cliente, mas naturalmente que não é bem assim.

Qual seria a sua escolha se tivesse que optar entre satisfazer totalmente o cliente, mas que isto não gera lucro, ou ter um cliente não tão satisfeito, mas com lucratividade? Será que há algum investidor opta pela primeira?

Sabemos que não é uma questão simples de opção, pois para que a empresa perpetue é necessário que o cliente cada vez mais esteja satisfeito com os bens ou serviços ofertados, mas só satisfazemos os clientes para que ele decida por nossos produtos ao invés dos bens e serviços disponibilizados pela concorrência.

Cliente satisfeito compra mais, gera mais lucro e assim atende ao objetivo principal de qualquer empresa privada: o lucro para que o empreendimento cresça e também remunere seus sócios.

A arte de precificar exige conhecimento, assim como um artista que pode ter nascido com o dom de representar, mas se ele deixar de investir para obter mais conhecimentos para explorar todo o seu potencial poderá acontecer de ser apenas um profissional medíocre.

Precificar compreende ser profundo conhecedor do produto, dos custos, do mercado e das necessidades do cliente. Além disso os gestores das empresas precisam atentar para a administração dos custos.

Nas indústrias constantemente é avaliado todos processos produtivos e os gastos envolvidos para que tenha o menor custo e possa concorrer com maior segurança ou ainda proporcionar maior lucratividade.

Isto não pode ser diferente para as empresas prestadoras de serviços que devem ter na ponta do lápis todos os custos e um deles, talvez o principal, é a gestão do tempo investido para executar as tarefas. É de vital importância adotar um software que permite o controle das tarefas dos colaboradores e que permita saber a lucratividade de cada cliente.

Assim precifica-se para atender ao principal objetivo da empresa! Obter lucro para crescer e remunerar os sócios.

Gilmar Duarte da Silva é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações. Como Fixar Honorários Contábeis

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Almoço de Profissionais será dia 08/Nov com Palestra Gratuita de Michael Baer (USA)

Acontece na próxima sexta, 08/Novembro, em Curitiba, o 2º encontro com almoço de profissionais e empresários.

Convidamos você, contabilista, a se fazer presente e conhecer parte de nossa equipe técnica, que estará participando do evento. O horário será das 12.15 h às 13.30 h. Clique aqui para se inscrever (preço do almoço R$ 25).

Teremos a palestra de Michael Baer (USA). Mike tem trabalhado no campo do desenvolvimento organizacional e a liderança por mais de 25 anos. Tem fundado várias empresas entre elas A Estratégica Empresa de Assessoria e Consultas que atualmente dirige, uma Empresa Construtora e de Reformas e um Hotel. Além do mais, como diretor executivo de uma organização missionária internacional especializada em microempresas, Mike tem lançado um processo de implantação de pequenas empresas que operam em dezessete países.

Como perito em práticas de desenvolvimento de pequenas empresas, Mike tem experiência numa variedade de campos como: seleção de pessoal, manufatura, alta tecnologia, meios de comunicação, educação, saúde, construção de desenvolvimento, governo local e federal, engenharia e serviços financeiros. Mike tem servido como instrutor para clientes dos Estados Unidos, Canadá, Europa, China e várias repúblicas da antiga União Soviética, e dado apoio em planejamento estratégico, desenvolvimento de liderança, recondução profissional, planejamento e financiamento de empresas, implantação de pequenas empresas, sistemas de vendas, atendimento ao cliente e redirecionamento de empresas.
Antes de se dedicar a empresa, Mike fez ministério pastoral por quinze anos. E formado em teologia pelo Seminário Teológico de Dallas.

Venha para algo diferente na sua vida profissional!