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Alicerces de Um Negócio de Sucesso!

Por Gilmar Duarte – via e-mail

A oportunidade de constituir ou ingressar em uma empresa normalmente causa euforia e ansiedade para a concretização. Esta atitude poderá fazer pular algumas etapas que no futuro, as vezes bem próximo, gera grandes complicações.

Muitas empresas são constituídas diariamente por ­­diversos motivos. O desemprego pode ser um deles e acaba se tornando um incentivo importante para abrir o próprio negócio.

Devido à falta de opção, pessoas desempregadas lançam-se no empreendedorismo em busca do sustento da família. Para tanto reúnem as economias e contraem dívidas – cálculos rápidos e afoitos as levam a acreditar que o novo negócio é prospero e capaz de retornar o capital investido em curto prazo, permitindo quitar as dívidas. E – vantagem das vantagens, ainda oferecendo postos de trabalho para o mercado tão carente.

Enfim, o novo negócio entra em operação e as dificuldades começam a surgir quase no mesmo instante, especialmente para os empreendedores de primeira viagem. Estes, movidos pelo entusiasmo e exagerado empenho, conseguem superar os momentos mais difíceis.

Devido às inúmeras exigências do negócio, às vezes o empreendedor desvia-se das atividades de gestão e ocupa-se com afazeres operacionais. Aos controles internos de produção, vendas e finanças é destinada pequena ou nenhuma importância, tanto que a falta de informações pode tornar impossível chegar à origem de certos problemas.

Em pouco tempo, o constrangimento de algumas empresas é tamanho que a única possibilidade é fechar as portas e tentar administrar o endividamento criado.

Para não cair na armadilha de perder as economias e contrair dívidas impagáveis faça um competente planejamento que inclua a análise de viabilidade, tarefa que poderá ser bem desenvolvida com o auxílio de um contador.

Depois de concretizada a ideia, ou seja, quando os investimentos começarem a ser feitos, novamente a orientação do profissional de contabilidade é fundamental para organizar todos os controles necessários, a fim de comparar o planejamento com o que está sendo executado.

A importância da presença do contabilista na vida financeira de qualquer empresa vai além do atendimento das exigências legais. Essa tarefa é necessária e importante, mas para que a empresa gere lucro, a prioridade dos acionistas, são necessários muitos outros controles, sobre os quais o profissional da contabilidade exerce total domínio.

Transforme o entusiasmo em combustível para fazer o negócio seguir adiante. Acrescente a ele o planejamento e o acompanhamento profissional de todos os números e sua empresa terá vida longa, certamente.

Esta não é uma receita rápida de sucesso, apenas uma sugestão para potencializar a admirável capacidade empreendedora do brasileiro, graças à qual, apesar das “crises”, ainda existe uma economia que gera desafios e oportunidades para os que realmente querem trabalhar e vencer.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade).

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Empresas do Simples Têm Direito à Dupla Visita em Fiscalização

A fiscalização das empresas optantes pelo Simples Nacional, no que se refere aos aspectos trabalhista, metrológico, sanitário, ambiental, de segurança e de uso e ocupação do solo das microempresas e empresas de pequeno porte deverá ter natureza prioritariamente orientadora, quando a atividade ou situação, por sua natureza, comportar grau de risco compatível com esse procedimento.

Será observado o critério de dupla visita para lavratura de autos de infração, salvo quando for constatada infração por falta de registro de empregado ou anotação da Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, ou, ainda, na ocorrência de reincidência, fraude, resistência ou embaraço à fiscalização.

A inobservância do critério de dupla visita implica nulidade do auto de infração lavrado sem cumprimento ao disposto neste artigo, independentemente da natureza principal ou acessória da obrigação.

Base: art. 55 e parágrafos da Lei Complementar 123/2006 (na redação dada pela Lei Complementar 147/2014).

Veja também, no Guia Tributário Online:

Simples Nacional – Fiscalização

Simples Nacional – Obrigações Acessórias

Simples Nacional – Opção pelo Regime

Manual do Super Simples, contendo as normas do Simples Nacional - Lei Complementar 123/2006. Contém as mudanças determinadas pela LC 128/2008. Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações. Manual do Simples Nacional 

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Jovem: Como Empreender na Prestação de Serviços de Contabilidade

por Gilmar Duarte – via e-mail 26.03.2018

Constantemente recebo e-mail de jovens leitores que estão empregados em empresas de contabilidade, mas desejam constituir o seu próprio escritório, então perguntam como devem proceder para conquistar clientes.

A árdua tarefa de constituir uma empresa inicia com o sonho, mas siga com atenção as etapas para não permitir que termine num pesadelo.

Empreender é o sonho de grande parcela da população, pois passa a informação que o proprietário de uma empresa consegue maior estabilidade (risco de perder o emprego), renda melhor, trabalha menos e quando deseja e sem falar do status, mas são poucos os candidatos que buscam informações preliminares para conhecer a realidade da vida empresarial, especialmente da possibilidade do empreendimento dar certo.

Um dos serviços periodicamente disponibilizado pelo Sebrae aos brasileiros interessados é a pesquisa da sobrevivência das empresas, cujo trabalho mais atualizado foi publicado em outubro de 2016 e pode ser conhecido ao acessar o link https://goo.gl/qkekqn.

Nele foram analisadas as empresas existentes e baixadas no período 2008 a 2012 que exerceram atividade até dois anos e constatou-se significativa melhora do índice da mortalidade precoce.

Em 2008 45,8% das empresas encerraram as atividades antes de completar dois anos e em 2012 apenas 23,4%. Sabe-se que há poucos anos (talvez 15) a mortalidade chegava a mais de 65%, portanto é possível afirmar que os novos empresários brasileiros souberam investir para refinar o nível profissional.

No entanto não se iludam que o risco de dar errado seja apenas de 23,4%, pois este é o numero apurado para os primeiros dois anos.

Se considerar que muitos empreendimentos iniciam sem qualquer formalização (legalização) e quebram desta forma e das empresas que fecham depois de dois anos, portanto não estão contempladas nesta pesquisa, acredito que o índice de mortalidade até cinco anos da constituição atinja, facilmente, o patamar de 50%. Este é um número expressivo para deixar de considera-lo no período de estudos quando se pensa investir num empresa, seja lá qual for o ramo de atividade.

A pesquisa aponta a frustração, decepção e desilusão os principais sentimentos após a empresa deixar de funcionar. Dedique-se fazer um bom planejamento e considere o risco de não dar certo para só então optar pelo investimento, minimizando a possibilidade de jogar no lixo suas reservas financeiras e tempo.

Assim como vocês que estão lendo este artigo eu já acompanhei alguns colegas que abriram escritórios, mas, infelizmente, em pouco tempo fecharam. Esta situação geralmente é seguida do desanimo e perda de dinheiro. Quando começa a bater o desespero por não conseguir novos clientes opta pela redução dos honorários e assim surgem mais problemas: o primeiro é com o acúmulo de prejuízos e o outro em relação às inimizades que conquista com seus colegas por contribuir com a prostituição do mercado, fator que dificulta empregar-se quando obriga-se encerrar as atividades.

A sugestão que sempre ofereço aos jovens interessados em empreender é que primeiramente se preparem. Leia, participe de palestras e cursos e converse com empresários que obtiveram sucesso e com alguns que erraram e o levou a perder a empresa.

Saiba o que é necessário para o negócio dar certo ou errado. Estar preparado para executar tarefas de contabilidade, escrituração fiscal e folha de pagamento é interessante, mas não fundamental para empreender, cuja necessidade é saber gerir o negócio. Muito cuidado para identificar se você tem um viés comercial, pois é essencial para conquistar e manter os clientes.

Após passar pela primeira e indispensável etapa que foi tratado no parágrafo anterior chega o momento de planejar o ingresso numa sociedade: constituir o seu próprio negócio ou, se for possível, associar-se numa já existente, percurso que adiantará o processo e reduz a probabilidade da mortalidade precoce. Bater de porta em porta para oferecer o serviço é uma tarefa desgastante e com pouco retorno.

Se a opção for por constituir uma nova empresa de serviços contábeis sugiro começar trabalhando nos períodos de folga (à noite ou finais de semana) com as empresas que conseguir – normalmente são da própria família – vá à busca de aumentar a carteira. É claro que nunca deve utilizar-se do seu emprego e da carteira do seu empregador para flertar, pois não é ético.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e empresário do ramo contábil.

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Siglas ME e EPP são Extintas

Com a revogação do art. 72 da Lei Complementar 123 de 14 de dezembro de 2006 pela Lei Complementar 155/2016, a partir do dia 01/01/2018 o Sistema de Registro Mercantil – SRM – não mais acrescentará a partícula ME ou EPP ao nome da empresa nos casos de enquadramento e reenquadramento, como também nos casos de alteração de nome.

Bases: LC 123/2006, alterada pela LC 155/2016 e Instrução DREI 45/2018.

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Perfil Presente nas Empresas Contábeis do Brasil

por Gilmar Duarte – via e-mail

Virou mania prever o futuro! Até parece uma disputa para saber quem será o substituto de Nostradamus. Se acertar poderá conquistar fama, mas se errar se beneficiará da frágil lembrança do povo para logo arriscar novas palpites.

Todas as atividades estão sofrendo fortes impactos em função das novas, algumas vezes assustadoras, tecnologias e com isso as profissões devem sofrer adequações. Algumas ocupações mudarão, outras sucumbirão e novas deverão surgir.

Esta tendência sempre deixou a humanidade amedrontada, pois é o medo do desconhecido. Aos que já caminharam em ruas escuras ou na mata, especialmente à noite, podem dizer como pode ser apavorante.

Mas por que, ou do que é o temor? Quase sempre é daquilo que poderá surgir, ou seja, do desconhecido. Nunca se terá certeza do que acontecerá no futuro, mesmo quando houver um bom planejamento ou com o auxilio dos futurologistas que procuram descortinar o véu que separa o hoje do amanhã.

O que é real e conhecido é o presente! E é nele que acontecem as conquistas, pois nunca houve alguém que ficou rico no futuro. Pode ter sido rico no passado ou está constituindo patrimônio no presente, pois o futuro é algo que virá, e só acontecerá quando for o presente.

Com o estudo do passado e interpretação do presente será possível fazer insights do futuro.

Já escrevi e falei bastante sobre a atividade empresarial contábil, não como o dono da verdade, mas simplesmente para exercitar – tornar mais compreensível a evolução desta profissão edificante – e auxiliar os colegas, pois já recebi muito e sinto-me na obrigação de retribuir algo.

Uma das formas de compreender é pesquisar, então perguntamos (PNEC) aos colegas como ele atua, quais as dificuldades, se está obtendo lucratividade e tantas outras coisas. O resumo destas informações obtidas na pesquisa deste ano já foi objeto de uma série de artigos, mas agora, numa parceria com o Nibo, aliado que não mediu esforços para divulgar o trabalho, é lançado o e-book e uma palestra para levar ao conhecimento dos empresários contábeis estas informações.

A palestra acontecerá às 17h do dia 14/12/17 (ao vivo pela Internet), mas o vídeo ficará disponível para acessar a qualquer momento. Tanto a palestra, quanto o e-book serão disponibilizados gratuitamente.

Se você deseja descortinar o horizonte é necessário explorar tudo o que existe no presente, pois o futuro será realizado pelas pessoas e tecnologias existentes hoje. São as inteligências presentes que criarão novas engenharias.

O que parece obscuro pode ser fácil de desvendar, ou seja, basta que saibamos como a humanidade, as profissões, os produtos etc. acontecem no presente. O Nibo está oferecendo uma oportunidade para desvendar os olhos.

Muitas vezes nos preocupamos com o futuro e esquecemo-nos do presente. É o presente que constrói o futuro.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis –PNEC – Parte Final

por Gilmar Duarte – via e-mail

Nas últimas semanas, nove artigos exploraram os resultados obtidos na Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis (PNEC) de 2017.

Este apresenta o resultado sintetizado para colocar o ponto final na série de artigos da edição da PNEC deste ano, mas é inimaginável considerar esgotado tema tão complexo, especialmente pela grande transformação que todas as atividades estão tendo em função do exponencial avanço tecnológico, que também impacta significativamente os serviços de contabilidade.

No primeiro artigo da série foi abordada a amplitude da pesquisa e tempo da constituição das empresas e seus sócios, informações que podem ser acessadas em PNEC 2017 – Parte 1. 

A pesquisa atingiu 244 empresas de serviços de contabilidade em 22 estados, cuja distribuição foi a seguinte:

SP           29%

                PR          13%

                MG        11%

                RJ           10%

                RS             5%

                SC             5%

                CE             3%

                PE             3%

                BA            2%

                PA            2%

                MT           2%

                Outros    9% (AM, RO, AL, ES, GO, MA, PB, PI, MS, RR e SE)

Os estados do Rio Grande do Norte, Tocantins, Acre, Amapá e o Distrito Federal não foram atingidos pela PNEC, razão pela qual não estão contemplados nestes resultados.

Constituição das empresas contábeis

Na média, as empresas estão constituídas há 17 anos, sendo que 24% têm mais de 25 anos e 22% delas têm menos de cinco anos. A empresa mais antiga que participou da PNEC tem 52 anos.

Sócios

Na média, cada empresa é formada por 2,05 sócios, porém apenas 1,79 atuam no próprio negócio, ou seja, 27% dos sócios são apenas investidores. Uma das empresas é composta por 17 sócios.

            59% das empresas contam com sócios exclusivos, ou seja, não tem outra atividade.

            24% das empresas têm alguns dos sócios exercendo outra atividade.

            17% das empresas têm todos os sócios em outra atividade.

Empregados – série II – PNEC 2017 – Parte 2

Constatou-se empresas sem empregados e aquela com maior número conta com 432; no entanto, a média é de 12 empregados. A distribuição por quantidade de empregados ficou da seguinte forma:

                        5% não possuem empregados

                        49% possuem entre um e cinco empregados

                        21% possuem entre sei e 10 empregados

                        23% têm mais de 10 empregados

A pesquisa revelou que os empregados têm idade média de 30 anos; majoritariamente do sexo feminino (58%); a minoria, 45%, tem curso superior; o salário médio é de R$ 2.224,26 e o faturamento bruto por colaborador é de R$ 7.118,97.

Clientes – série III – PNEC 2017 – Parte 3

Esta série tratou do número médio de clientes por empresa (93) e honorários de R$ 1.142,22. Estas informações permitem concluir que o preço venal médio de cada empresa deve ficar na ordem de R$ 1 milhão.

O atraso médio nos recebimentos dos clientes foi de 18% de um mês de faturamento.

Faturamento atual comparado aos últimos 5 anos – série IV –PNEC 2017 – Parte 4

49% aumentou

            17% está igual

            28% caiu

            6% não sabe

Lucro líquido atual comparado aos últimos 5 anos

31% aumentou

                        22% está igual

                        39% caiu

                          8% não sabe

O lucro líquido médio ponderado foi de 20%

Há quanto tempo você contratou o Seguro de Responsabilidade Civil de Contador (SRCC)? – série V – PNEC 2017 – Parte 5

66% nunca contratou

              8% há um ano

              5% há dois anos

              2% há três anos

              4% há quatro anos

              8% há cinco anos

              7% há mais de cinco anos

Perguntamos aos que tem o SRCC: você já precisou acionar o seguro? 

80% nunca

                        15% sim e fui indenizado satisfatoriamente

                          5% sim, mas não fui indenizado

Enfoques da precificação – série VI – PNEC 2017 – Parte 6

Cada gestor escolheu livremente uma ou mais das opções relacionadas abaixo, portanto o somatório será maior que 100%. A múltipla escolha é natural, pois a formação do preço de venda dificilmente será embasada num só enfoque.

            41% Concorrência

            41% Custos

            19% Valor percebido pelo cliente

            16% Tabela

            10% Chute

            13% Outros métodos

Você conhece a Margem de Contribuição ou o Lucro Líquido por cliente? – série VII – PNEC 2017 – Parte 7

66% não, mas 48% deste grupo (32%) disseram que gostariam de saber.

            33% sim.

Quantos softwares você utiliza para prestar serviços aos clientes – série VIII –PNEC 2017 – Parte 8

Algumas empresas afirmaram não utilizar qualquer software, outras que adotam até 10, mas na média a resposta foi de 3,33 softwares. 

Você está satisfeito com os softwares que utiliza?

                        22% plenamente

                        67% satisfeito

                        10% insatisfeito

Você utiliza alguma ferramenta para medir o tempo? – série IX –PNEC 2017 – Parte 9

74% não, mas 42% deste grupo (31%) disseram que desejam implantar

            20% sim, há mais de seis meses

              6% sim, há menos de seis meses

Muitas dúvidas ainda permanecem sem respostas, mas entende-se que a PNEC foi um marco importante para ajudar no entendimento de como atuam as empresas contábeis no Brasil.

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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VIII

por Gilmar Duarte – via e-mail

Quantos softwares são necessários para a sua empresa contábil prestar serviços aos seus clientes e qual é o grau de satisfação em relação a estas ferramentas?

Os setes artigos que precedem esta série, frutos da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis (PNEC) 2017, podem ser acessados e lidos nos seguintes links:

Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte I
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte II (Empregados)
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte III
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte IV
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte V
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VI
Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte VII

Há serviços exequíveis sem que o empregado esteja diretamente ligado a um computador, tais como: limpeza, canteiros de obras, costura etc., mas mesmo nestas atividades o computador já começa a ser exigido.

Em muitas outras é comum cada empregado ter um computador com vários softwares instalados, pois esta é a tendência do presente, não do futuro.

No passado não muito longínquo era factível prestar serviços de contabilidade somente com a máquina de escrever (sem memória), na qual era introduzido papel especial e com a utilização da gelatina transferia-se a escrituração para o livro diário.

As demonstrações financeiras eram montadas pelo contador ou seu auxiliar simplesmente copiando os saldos das contas razão.

Para atender ao Fisco eram disponibilizados impressos padronizados para ser preenchidos manualmente ou com a máquina de escrever. Certamente o volume de informações disponibilizadas aos clientes e ao Fisco era muito menor, quando comparado com a atualidade.

A partir da década de 1990 os computadores invadiram o mercado e permitiram a execução dos serviços com extrema velocidade e quase sem erro.

São inúmeros softwares disponíveis com a finalidade de facilitar e agilizar as tarefas. No entanto, na maioria das vezes, os softwares não se comunicam entre si e obrigam o usuário a redigitar dados para obter informações para analisar ou apresentar a terceiros. Normalmente são utilizadas outras ferramentas, muitas vezes planilhas eletrônicas, para preparar o relatório final.

O mundo mudou. A realidade da prestação do serviço depois de 20 anos é completamente desigual na maioria das atividades, o que não poupa os serviços de contabilidade. Talvez não seja exagero afirmar que a contabilidade está entre as atividades que recebeu maior impacto das novas tecnologias.

Foi perguntado aos empresários na PNEC: “quantos softwares pagos a sua empresa contábil necessita para desenvolver todos os serviços que presta aos clientes?”

Para não restar dúvidas do que se deseja descobrir, foi adicionada a seguinte observação: “Considere apenas os softwares necessários para executar os serviços para os clientes. Portanto desconsidere os softwares genéricos tais como Microsoft Office, antivírus, monitoramento de alarme e imagens.”

Dois empresários responderam que não utilizam nenhum software, situação que parece ser impossível para os dias de hoje.

De outro lado foram registradas três empresas que afirmaram ser necessários dez softwares para executar todos os serviços aos clientes. Imaginem o grau de complexidade para integrá-los, ou seja, para que estes programas se conversem e disponibilizem as informações para análise.

Provavelmente isso não acontece, exigindo o retrabalho humano, processo mais oneroso em relação ao tempo e aos custos. Se todas as informações pudessem ser colocadas num só banco de dados ou num só programa o tempo exigido seria muito menor e os serviços seriam comercializados por preços inferiores, mas sem esquecer da lucratividade.

Foram analisados os dois extremos, que foi de zero a dez, mas na média as empresas de prestação de serviços contábeis, de acordo com a PNEC deste ano, necessitam de 3,3 softwares pagos para prestar serviços.

Ao serem indagados sobre o grau de satisfação em relação ao desempenho dos softwares que utilizam, responderam:

                        22% estão plenamente satisfeitos;

                        67% estão satisfeitos e

                          6% insatisfeitos.

Fundamentado nas respostas em relação ao grau de satisfação são possíveis três afirmações:

  • Os empresários contábeis estão bem servidos com relação aos softwares!
  • Os empresários contábeis não se envolvem nas tarefas diárias e nem ouvem seus colaboradores para medir a eficiência das ferramentas que utilizam!
  • Os empresários contábeis desconhecem o que é possível extrair das tecnologias disponíveis!

Pense nisso! Esquente a cabeça para pensar e não para executar rotinas massacrantes, pois estas os computadores fazem com enorme velocidade e “de boa.”

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

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Governo Federal Aumenta Suas Receitas – E as Empresas?

Por Júlio César Zanluca – contabilista e coordenador do Portal Tributário e Portal de Contabilidade

Há poucos dias, o governo federal elevou tributos das empresas e pessoas físicas, incluindo o IOF sobre operações de créditos de cooperativas e reoneração previdenciária da folha de pagamento de dezenas de setores empresariais.

E as empresas? Como conseguirão absorver estes aumentos tributários e ainda elevar suas receitas?

Obviamente, empurrar para o consumidor os aumentos de custos e perdas de receita, sob a forma de aumento de preços, não é eficaz, pois a perda do poder aquisitivo da população brasileira nos últimos 3 anos tornam inviável o repasse integral de tais encargos.

Em geral, as empresas olham para o “corte de custos”, e enxugam a máquina administrativa e operacional. Como ganhar mercados (como vendas ao exterior) é demorado e incerto, quase 100% do empresariado passa a aplicar reduções de seus quadros de pessoal e custeios de investimentos.

É certo que os lucros empresariais são reduzidos quando o governo “abocanha” mais tributos. Recomenda-se aos gestores amplas ações de planejamento financeiro, operacional e estratégico, visando, entre outros:

1. retenção de lucros ou dividendos, para fortalecer o capital de giro e suprir demandas de investimentos;

2. repassar aos preços estritamente os montantes necessários para cobrir os aumentos de custos tributários e tarifas públicas (energia, combustíveis);

3. investir em novas estratégias de marketing, para alcançar novos mercados;

4. estrategicamente, analisar possibilidade de fusões e aquisições, para alavancar os negócios como um todo;

5. buscar novos investidores, seja no Brasil ou no exterior, lançando ações ou captando recursos de longo prazo, como debêntures conversíveis em ações;

6. reduzir estruturas administrativas e operacionais, tornando-as compatíveis com o fluxo de caixa atual;

7. buscar parcerias e novas formas de negócios (investindo em produtos mais lucrativos ou que são menos afetados pelo contexto de retração econômica);

8. inovar na administração e na gestão (como ampliação da terceirização e foco interativo no cliente);

9. intensificar ações de planejamento tributário;

10. reforçar ações de redução de desperdícios, erros, fraudes e perdas internos.

Enfim, o governo federal fez o que sabe fazer melhor: aumentar tributos. O empresário brasileiro sabe administrar, empreender, inovar – precisa utilizar toda sua capacidade e tecnologia para não ser engolido pela devassa fiscal e retração econômica.

Reduza legalmente o valor de tributos pagos! Contém aspectos de planejamento fiscal e demonstrações de como fazê-lo. Pode ser utilizado por comitês de impostos como ponto de partida na análise de planejamento. Clique aqui para mais informações. Planejamento Tributário

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CNPJ – Nome Empresarial

O nome empresarial a ser cadastrado no CNPJ deve corresponder fielmente ao que estiver consignado no ato constitutivo da entidade, admitindo-se abreviações somente quando ultrapassar 150 (cento e cinquenta) caracteres.

A Microempresa (ME) ou a Empresa de Pequeno Porte (EPP), de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, deve solicitar sua inscrição no CNPJ acrescentando a respectiva partícula (ME ou EPP, conforme o caso) ao final do seu nome empresarial.

Deve-se juntar ao Documento Básico de Entrada (DBE) ou Protocolo de Transmissão a correspondente Declaração de Enquadramento registrada no órgão competente.

Base: anexo VIII – Tabela de Documentos e Orientações do CNPJ

Manual do Super Simples, contendo as normas do Simples Nacional - Lei Complementar 123/2006. Contém as mudanças determinadas pela LC 128/2008. Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações.  A Contabilidade em relação à apuração dos tributos. Análise das contas contábeis e patrimoniais e dos documentos suporte Atualização garantida por 12 meses! Clique aqui para mais informações.

Como Iniciar a Empresa Contábil com Segurança

por Gilmar Duarte

Administrar o desejo e a ansiedade é uma tarefa dura, especialmente para os jovens. É necessário equilíbrio para realizar as coisas certas.

Fazer e apresentar o plano de ação para receber críticas e sugestões pode abrir caminho para muitos benefícios.

Depois da graduação em Ciências Contábeis e da conquista de um pouco de experiência vem o desejo de empreender, ou seja, constituir uma empresa de serviços contábeis.

Alguns “mais corajosos” aventuram-se logo, sem muita reflexão. Outros preferem ouvir para ter mais informações a fim de construir o sonho com solidez.

É comum jovens me escreverem pedindo conselhos. Nesta semana foi a vez de uma jovem do norte do Brasil. Ela diz sentir-se em condições de executar os serviços com qualidade, mas reconhece o medo de não conseguir clientes suficiente para cobrir os custos e desfrutar de salário razoável.

Sinto-me como o pai que não quer desencorajar o filho a se lançar num empreendimento, pois sabe que o sucesso deve acontecer, mas também preocupa-se em aconselhá-lo a analisar com mais cuidado se está preparado o suficiente ou se deve aguardar um pouco mais.

Lembro-me quando eu trabalhava de empregado numa empresa distribuidora de alimentos e, nas horas de folga, gostava de ajudar os amigos na organização de seus negócios.

Com o passar do tempo comecei a cobrar pelo serviço e os poucos clientes indicavam-me outros. As ofertas de serviço não cobriam o salário fixo que recebia, então propus ao patrão a redução da carga horária, o que foi bom para os dois lados, já que a empresa passava por momentos de dificuldades financeiras.

Com o tempo vieram muitos mais clientes, até que senti segurança para pedir o desligamento integral do emprego e dediquei-me exclusivamente à consultoria empresarial.

Esse processo serviu para o meu amadurecimento e garantiu as finanças no período de transição.

Aos que estão iniciando sugiro analisar a viabilidade de uma transição lenta, mas segura. Se for viável para a outra ponta do negócio, tenho certeza de que deve ser bom para você também.

É sabido que mais de 50% das novas empresas encerram suas atividades antes de completar três ou quatro anos, o que é assustador.

Desta estatística ninguém deseja fazer parte, portanto é fundamental apurar cuidadosa e criteriosamente todos os custos que envolvem o negócio.

Mesmo numa empresa prestadora de serviços, na qual normalmente há menor investimento financeiro, é necessário fazer as contas. Nos momentos de crise é que surgem as grandes oportunidades, mas isto não significa jogar-se de cabeça, ou, em outras palavras, deixar de colocar tudo na ponta do lápis.

Empreender é o caminho natural para os que desejam independência na administração do tempo e a conquista do sucesso financeiro, mas quando mal planejado e administrado, a dor de cabeça é certa.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.