Tag: Contabilidade Gerencial

Variação de Taxas de Câmbio nos Balanços

De acordo com o regime de competência, as empresas que tiverem crédito a receber e/ou obrigações a pagar em moeda estrangeira deverão, por ocasião do levantamento de balanços, proceder à atualização da expressão monetária, em reais, desses valores com base na taxa cambial vigente na data do levantamento do balanço.

Observe-se que é recomendável, sob o prisma gerencial, que tal atualização também seja procedida mensalmente, de forma a constar nos balancetes mensais.

O registro contábil da atualização monetária deve ser feito a débito ou a crédito da conta atualizada, tendo como contrapartida contas de resultado, de variações monetárias ativas (receita) ou de variações monetárias passivas (despesa).

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Auditoria Contábil Gera Qualidade de Informação

Todas empresas precisam de informações para nortear seus planos de negócios. A contabilidade, comprovadamente, é fonte indispensável de dados financeiros e econômicos. Porém, para sua maior utilidade, é necessário que tais dados, além de atualizados, sejam confiáveis (reais).

Uma das maneiras de melhorar a qualidade das demonstrações contábeis é utilizando-se de auditoria contábil. Esta pode ser interna (feita por pessoas da própria empresa) ou externa (contratando-se auditores independentes para a execução dos exames).

Uma auditoria contábil é um conjunto de atividades técnicas e procedimentos, exercidas de forma sistematizada numa entidade, compreendendo a avaliação e exame dos procedimentos e das operações praticadas, com vistas a apurar a exatidão dos registros contábeis e a realidade das operações, e sobre estes emitir uma opinião.

A utilidade de se proceder ao exame das contas contábeis compreende um leque de benefícios para a entidade auditada, dentre os quais:

  1. Avaliação do controles internos (relatórios, consistência, fluxo de documentos e informações, atualizações, otimização de recursos financeiros, etc.).
  2. Prevenção de fraudes e erros.
  3. Transparência para investidores e financiadores, gerando, em tese, exigência de menores taxas (financiadores) e mais interesse em capitalização (investidores).
  4. Possibilidades de indicação de efeitos fiscais (planejamento tributário) e ajustes patrimoniais (como reservas de contingências), melhorando o fluxo de caixa.
  5. Melhoria dos relatórios e dados para gestão financeira e patrimonial (orçamento, fluxo de caixa, análise de rentabilidade, projeções, entre outros benefícios).

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Doutor, Como Está a Saúde da Empresa?

Esta é a pergunta que os “médicos especialistas de empresas” mais têm respondido neste ano, pois é grande a dúvida quanto à superação do quadro infeccioso que contamina o ambiente nacional.

Ver um jovem com a saúde seriamente comprometida é frustrante para familiares e amigos, pois é mais fácil aceitar que o fim está próximo quando alguém já viveu bastante.

Uns afirmam que ele tem “saúde de leão” e nunca desanimou em outras situações difíceis, razão pela qual há grande possibilidade de vencer mais esta crise que assola a sociedade. É sabido que da mesma forma que este jovem padece, muitos outros, e também alguns não tão jovens, sofrem do mesmo mal.

O “médico” destes pacientes, a quem chamamos de clientes, são os contadores, profissionais habilidosos para detectar, por meio de inúmeros exames, as causas e as possibilidades de tratamento para a recuperação de quem sofre a agonia provocada pela péssima gestão das políticas públicas.

A raiz do problema que afetou grande parcela das empresas brasileiras é a corrupção disseminada e dissimulada das pessoas eleitas por nós, ou seja, os políticos. É claro que outros cidadãos que não elegemos fizeram coro na desmoralização, caso de empresários inescrupulosos e sedentos por altos lucros a qualquer preço, além de pessoas comuns que exigem cargos (na maioria das vezes para montar um esquema de desfalques) tais como auxiliar de gabinete, diretores e presidentes de estatais e tantos outros que talvez desconheçamos.

É importante conhecer os motivos que levam inúmeras empresas à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois contribui para viabilizar o tratamento. Por que nem todas tem o mesmo destino se são impactadas pelas mesmas politicas?

Assim como acontece com a humanidade, sabemos que alguns têm melhor resistência por diversos motivos. Posso citar três:

  • A empresa é mais enxuta;
  • Fez reservas nas fases boas e tem recursos para enfrentar melhor as dificuldades (“tem gordura para queimar”);
  • Percebeu a crise mais cedo e tomou decisões mais rapidamente.

Os “doutores de empresas”, ou seja, os contadores, têm mais uma oportunidade para ajudar a nação. Com uso do “raio-x”, o balanço patrimonial e demais peças, será possível indicar o melhor tratamento para salvar o paciente: reduzir custos, desfazer-se de algum patrimônio (casa no rio, apartamento na praia, carrões etc.) e investir o recurso na produção ou em outra situação indicada pelo estudo.

Não permita que o jovem Brasil morra pela má gestão de algumas pessoas. Busque auxílio.

Contador, seja proativo, ofereça o seu auxílio ao cliente. Cliente, chame o seu “médico especialista” na dor que mais tem-lhe agonizado. Esta poderá ser a parceria salvadora.

Além de combater o mal que assola a sua empresa, invista tempo e estude como agem as pessoas que elegemos e se não correspondeu aos seus anseios anote o nome para nunca mais votar nelas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.Gilmar-Duarte

Pró-Labore: Custo ou Despesa?

A remuneração pró-labore corresponde ao valor pago ao administrador por seus serviços à sociedade. Muitas empresas esquecem que a adequada remuneração do pró-labore é imprescindível para a apuração correta do custo ou despesa operacional. Afinal, o trabalho precisa ser remunerado, salvo quando decorrer de trabalho voluntário (que é o caso de entidades filantrópicas ou ONGs).

O pró-labore será debitado à conta de custos ou despesas operacionais. Será classificado como custo quando a remuneração for atribuída a dirigente de indústria e de produção dos serviços, e como despesa operacional quando a remuneração for atribuída a dirigentes ligados à administração:

D – Pró-Labore (Custo ou Despesa Operacional)

C – Pró-Labore a Pagar (Passivo Circulante)

Pela retenção do IR-Fonte:

D – Pró-Labore a Pagar (Passivo Circulante)

C – IRF a Pagar (Passivo Circulante)

Pela retenção do INSS:

D – Pró-Labore a Pagar (Passivo Circulante)

C – INSS a Recolher (Passivo Circulante)

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Utilidades da Escrituração Contábil

Por Júlio César Zanluca – coordenador do site Portal de Contabilidade

Seria a contabilidade nas empresas uma mera obrigação legal, tributária e previdenciária?

Infelizmente, para uma boa parte dos empreendedores, a existência da contabilidade é mais um “custo” a ser pago, algo compulsório para atender a fiscalização e as exigências legais.

Entretanto, numa análise mais coerente, pode-se afirmar que a existência da escrituração contábil regular, com a elaboração de demonstrativos mensais da empresa ou organização (balancetes) e outros demonstrativos e relatórios, irá gerar benefícios importantes à administração da respectiva entidade.

Entre diversos pontos, cito as seguintes utilidades:

– é base para maior controle financeiro e econômico (prevenção de fraudes, desvios, erros e incorreções);

– facilita a tomada de decisões e elaboração de orçamentos, previsões e projeções financeiras (fluxo de caixa);

– contestação de reclamatórias trabalhistas quando as provas a serem apresentadas dependam de perícia contábil;

– distribuição de lucros como alternativa de diminuição de carga tributária;

– base imprescindível para planejamento tributário;

– prova a sócios que se retiram da sociedade a verdadeira situação patrimonial, para fins de apuração de haveres ou venda de participação;

– facilita acesso às linhas de crédito;

– para o administrador, supre exigência do Novo Código Civil Brasileiro quanto á prestação de contas (art. 1.020);

– comprova em juízo fatos cujas provas dependam de perícia contábil;

– imprescindível no requerimento de recuperação judicial (Lei 11.101/2005);

– base de apuração de lucro tributável e possibilidade de compensação de prejuízos fiscais acumulados, bem como recuperação de créditos tributários (como PIS, COFINS e outros);

– prova, em juízo, a situação patrimonial na hipótese de questões que possam existir entre herdeiros e sucessores de sócio falecido;

– evita que sejam consideradas fraudulentas as próprias falências, sujeitando os sócios ou titulares ás penalidades da Lei que rege a matéria.

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Sua Empresa Lhe Dá Lucro ou Apenas uma Modesta Remuneração?

por Gilmar Duarte

Quanto é o seu pró-labore? Você diferencia o pró-labore do lucro distribuído? Este controle poderá responder a necessidade de dar o primeiro passo para valorizar o seu trabalho.

Sabemos que o contador possui conhecimentos suficientes para perceber a necessidade de manter rigorosos controles gerencias da empresa contábil, mas sabemos que o antigo ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”, também se aplica, muitas vezes, para a classe. Sempre gosto de destacar que o meu pai foi ferreiro e só adquiriu espeto de ferro depois que passou a ser caminhoneiro.

No entanto, com a evolução pela qual passamos e, especialmente, pelo vasto conhecimento que o contador recebeu durante muitos anos de estudo, é inadmissível que este ditado ainda seja aplicável a qualquer bom profissional.

Infelizmente, grande parcela de empresários da contabilidade não consegue responder com segurança a duas perguntas: quanto é o seu pró-labore? Qual é o lucro líquido da sua empresa? Sem firmeza para responder estas duas perguntas é impossível administrar bem qualquer atividade.

Afinal de contas, o que é o pró-labore? O especialista em administração financeira Mauricio Galhardo define da seguinte forma: “o pró-labore é um valor fixo, pago ao sócio por mês, se este trabalha na empresa. Este valor deve ser justo com a empresa e com o mercado. Pró-labore se define pelo valor do trabalho e não pelo quanto o dono gostaria de ganhar. Uma boa forma de definir o pró-labore é se perguntar: quanto eu pagaria para uma pessoa fazer isso?”

A definição acima é clara e possibilita compreender que o pró-labore não é aquele salário mínimo que muitas pessoas declaram e recolhem à Previdência Social, bem como não é o valor absurdo que o empresário deseja que lhe sobre todo mês. Pró-labore é o salário justo para o empresário que trabalha e que seria cobrado pela pessoa que o substituísse.

Depois que a empresa reconheceu todos dos custos (fixos e variáveis), inclusive os tributos e o pró-labore, o que sobrar (receita bruta – custos totais) é chamado de lucro líquido. Para conhecer o percentual do lucro líquido basta dividi-lo pelo faturamento bruto. Atenção: lembre-se que o resultado negativo significa que a sua empresa não está gerando lucro. Se for o caso deduza este prejuízo do seu pró-labore para confirmar que a empresa não está conseguindo sequer pagá-lo um pró-labore justo.

Se o lucro líquido da sua empresa contábil estiver entre 20% a 30%, está de parabéns. É possível, então, que você esteja praticando honorários justos para os seus clientes e respeitando os seus colegas contadores.

Do contrário, você precisa rever os preços. O ideal é implantar uma metodologia de precificação que lhe permita conhecer o lucro líquido por cliente.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível! Guia Prático para Avaliação e Indicadores das Demonstrações Contábeis! Aspectos Práticos e Exemplificados de Análises Financeiras. Com linguagem acessível, a obra facilita ao usuário a análise de balanços, mostrando as principais técnicas e cuidados necessários a serem tomados no momento da realização das análises.Clique aqui para mais informações.

Como Utilizar Dados Contábeis para Projetar o Fluxo de Caixa?

Por Júlio César Zanluca – contabilista e autor da obra Contabilidade Gerencial

Verifique o Plano de Contas, se está adequado a este gerenciamento. É importante que as contas estejam adequadamente correlacionadas às operações mais importantes da empresa, como:

Vendas à Vista

Vendas à Prazo

Compras à Vista

Compras à Prazo

Impostos correntes

Impostos parcelados (REFIS, etc.)

Provisão de Férias

Provisão de 13o salário

Etc.

Os saldos dos balancetes devem estar devidamente conciliados, para permitir a transcrição dos valores a pagar nas projeções:

Fornecedores

Impostos a Pagar

Instituições Financeiras

Etc.

Relatórios auxiliares podem permitir melhor elaboração do fluxo de caixa.

Como exemplo de relatórios auxiliares:

Planilhas de vencimentos de empréstimos e financiamentos

Relatórios de Contas a Receber

Relatórios de Contas a Pagar

Vencimento de Aplicações Financeiras

Obtendo-se os dados contábeis e financeiros, projeta-se numa planilha as entradas e saídas, incluindo-se:

  • Vendas à Vista
  • Cobrança de Duplicatas de Clientes
  • Resgates de Aplicações Financeiras (CDB, FIF, etc.)
  • Obtenção de parcelas de empréstimos
  • Outras receitas (como aluguéis, juros recebidos de clientes, dividendos e outros)
  • Pagamentos de Duplicatas, decorrentes de compras de mercadorias, matérias primas, insumos, etc.
  • Compras à Vista
  • Folha de Pagamento (nos meses de férias coletivas, acrescer os pagamentos a este título – em novembro e dezembro de cada ano, incluir o pagamento das parcelas do 13o salário)
  • Tributos a pagar (ICMS, IPI, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, INSS, FGTS, entre outros).
  • Pagamento de despesas gerais (aluguel, luz, água, telefone, despesas de escritório, pró-labore, etc.)
  • Amortizações de empréstimos e financiamentos (tais como FINAME, Leasing, Capital de Giro)
  • Outras saídas (pagamentos de dividendos, compra de imobilizado, etc.)

Uma boa ideia é buscar os valores do período anterior (de preferência mês-a-mês), individualmente junto ás contas contábeis.

Em minha obra Contabilidade Gerencial há exemplo prático de utilização de contabilidade para a montagem de uma projeção de fluxo de caixa.

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Notícias Contábeis 05.11.2013

AUDITORIA

NBC-TR/CFC 2.400/2013 – Dispõe sobre trabalhos de revisão de demonstrações contábeis.

GUIA CONTÁBIL ON LINE

Adiantamentos de Clientes

Demonstração do Resultado do Exercício – DRE

Aquisição de Bens para o Ativo Imobilizado através de Financiamento

DESTAQUES E NOTÍCIAS

DFC e DVA – Obrigatoriedade de Publicação

Preparação para o Balanço Patrimonial

ENFOQUES TRIBUTÁRIOS

Lucro Real/2014 – Obrigatoriedade

FAP/2014 – Contestação de Índice Deve ser Feita até 03/Dezembro

Simples Nacional – STF Mantém Exigência de Regularidade Fiscal

PUBLICAÇÕES ATUALIZÁVEIS

Contabilidade Gerencial

Processo Administrativo Fiscal – RFB

Contabilidade IRFS para Pequenas e Médias Empresas

Notícias Contábeis 14.05.2013

BALANÇOS

ADE COTIR 14/2013 – Divulga taxas de câmbio para fins de elaboração de balanço relativo ao mês de abril de 2013.

GUIA CONTÁBIL ON-LINE

Conta Caixa

Balanço Patrimonial

Terceiro Setor – Subvenções

TEMAS E ARTIGOS

CPRB – Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta – Contabilização

Aumente o Faturamento de Serviços Contábeis!

NOTÍCIAS E DESTAQUES

DASN-SIMEI: Microempreendedores Individuais Deverão Entregar Demonstrativo até 31/Maio

Exigências Fiscais Sobrecarregam Contabilistas

ENFOQUES TRIBUTÁRIOS

DACON – Nova Versão Aprovada

Lucro Presumido – Aspectos Gerais

IRPJ – Tratamento do IRF e das Receitas de Aplicações de Renda Fixa e de Renda Variável

PUBLICAÇÕES ATUALIZÁVEIS

Contabilidade Gerencial

Microempreendedor Individual

Desoneração da Folha de Pagamento

Notícias Contábeis 02.10.12

CONTABILIDADE DO TERCEIRO SETOR
Resolução CFC 1.409/2012 – Aprova a ITG 2002 – Entidade sem Finalidade de Lucros.