Tag: 2017

ECD Tem Nova Versão de Programa

Publicada a versão 4.0.7 da ECD – Escrituração Contábil Digital – com as seguintes alterações:

1) Melhorias na visualização dos relatórios gerados pelo programa da ECD (informações do rodapé).
2) Inclusão dos planos de contas referenciais P100B e P150B da ECF na ECD.
Fonte: site SPED – 16.10.2017
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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte V

por Gilmar Duarte – via e-mail

A responsabilidade civil do empresário contábil para com os clientes pode ser maior do que se pensa. Como se proteger para minimizar os riscos?

A série de artigos que detalha os resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis (PNEC)  procura abordar amplamente cada tema com o intuito de compreender a forma de atuação do empresário contábil no Brasil.

Aqueles que somente agora tomam conhecimento da pesquisa podem ler os quatro primeiros artigos através dos seguintes links:

https://boletimcontabil.net/2017/09/05/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-i/

https://boletimcontabil.net/2017/09/18/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-ii-empregados/

https://boletimcontabil.net/2017/09/25/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-iii/

https://boletimcontabil.net/2017/10/02/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-iv/

O artigo 186 do Código Civil de 2002 diz: “aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito” e deverá, se exigido, indenizar a parte prejudicada. A ampliação da responsabilidade civil do contabilista aumentou tanto que foi “homenageado” com a Seção III “Do Contabilista e outros Auxiliares” no Código Civil vigente.

O risco de erro acontece em qualquer atividade onde haja atuação do ser humano, inclusive na prestação de serviços de contabilidade, e uma das maneiras de minimizar o impacto financeiro é contratar a apólice de seguro de responsabilidade civil.

Nos primeiros anos após o novo Código Civil poucas seguradoras disponibilizavam este serviço aos empresários contábeis, mas atualmente é muito fácil contratá-lo, inclusive a custos menores.

Em função da grande amplitude conquistada por este tema foi questionado aos empresários contábeis na PNEC se contrataram o seguro de responsabilidade, há quantos anos e se tiveram a experiência de acioná-lo.

Em relação à primeira pergunta observa-se que apenas 34% dos empresários entrevistados responderam possuir a apólice de seguro de responsabilidade civil há pelo menos um ano. Observem como foi a distribuição das respostas:

66% nunca contrataram

8% contrataram há um ano

5% contrataram há dois anos

2% contrataram há três anos

4% contrataram há quatro anos

8% contrataram há cinco anos

7% contrataram há mais de cinco anos

Claramente nota-se que o temor dos prejuízos financeiros por erro (omissão voluntária, negligência ou imprudência) atingiu pequena parcela dos empresários contábeis: 34%.

Ou seja, 66% não acreditam que o risco seja grande ou talvez não estejam dispostos a sacrificar parte do lucro para a contratação do seguro para deixa-lo um pouco mais tranquilo.

Aos que já contrataram o seguro de responsabilidade civil perguntamos se foi preciso acionar a seguradora para indenizar clientes prejudicados.

Destes, 80% afirmaram nunca ter sido necessário; 15% declararam que sim, já foi necessário acionar a seguradora e foram indenizados satisfatoriamente, mas 5% revelaram que acionaram a seguradora, porém seus clientes não foram indenizados, indicando, provavelmente, terem arcado com este prejuízo.

Este índice é significativo e seria interessante se pudesse ter sido explorado para identificar os motivos da não restituição. Se a causa estiver ligada a falhas na apólice, no contrato de serviços com o cliente, ou nos registros que comprovam o erro, poderiam servir de experiência para repassar aos colegas, mas infelizmente isto não foi sondado, lacuna que será corrigida na próxima pesquisa.

Como se proteger do risco de eventuais prejuízos com a Responsabilidade Civil? Para 34% dos empresários contábeis, com a contratação da apólice de seguro, mas a grande maioria ainda considera desnecessária tal proteção.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Merecemos Respeito!

Estamos presenciando um cenário de profundo desrespeito com a sociedade civil. A aprovação, pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 8.703/17 que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha foi a evidência escancarada desta desmoralização.

Uma desmoralização de políticos, chamados de legítimos representantes do povo, que não se intimidam em votar na calada da noite a criação de um fundo público de aproximadamente R$ 1,7 bilhão para financiar campanhas eleitorais. É uma medida que vai ao encontro, exclusivamente, dos interesses de uma oligarquia que almeja garantir e perpetuar posições de poder e influência.

Presidente do SESCAP-PR Mauro Kalinke

De acordo com a presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB Paraná, Carla Karpstein, o Projeto prevê, por exemplo, que 2% do valor do Fundo sejam divididos entre todos os partidos; 35% entre aqueles que têm mais votos e maior número de deputados;  48% para os que têm pelo menos um representante na Câmara e 15% para quem possui mais senadores. Ou seja, não privilegia, tão pouco, a democracia e o surgimento de novas lideranças. Os recursos ficarão concentrados entre os mesmos. Outra determinação do Projeto é de que 50% de todo o valor do Fundo seja destinado às campanhas para presidente, governador e senador.

Este panorama se torna ainda mais alarmante frente à situação delicada nas esferas econômica e política, considerada a pior em 30 anos por diversos especialistas. Quando a inibição de investimentos e o desemprego são realidades claras, a destinação de um recurso da expressão de R$ 1,7 bilhão para financiamento de campanhas é claramente ofensivo.

Não há democracia quando se limita a oxigenação na política brasileira. Não há democracia quando não são levadas em consideração uma infinidade de sugestões encaminhadas pelas mais diversas entidades propondo uma Reforma Política mais digna. Não há democracia quando não há a valorização da comunicação. Não há democracia sem respeito.

Não devemos fraquejar. É preciso manter a voz e externar o repúdio ao Projeto, que afronta a sociedade brasileira.

O movimento encabeçado pela OAB Paraná, com o envolvimento do SESCAP-PR e dezenas de entidades paranaenses, rumo à exigência do veto ao PL 8.703/17 é apenas o primeiro passo nesta longa caminhada.

Estamos de olhos e ouvidos bem abertos e no que depender de nós, instituições representativas paranaenses, isso não irá seguir porque, diferente de muitos políticos, sabemos que o nosso dever é lutar pelo respeito e dignidade daqueles que representamos.

Mauro Kalinke – presidente do SESCAP-PR

Prazo de Registro dos Peritos Contábeis Encerra-se em Dezembro

Criado pela Resolução CFC nº 1.502/2016, o Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC) tem o objetivo de oferecer ao judiciário e à sociedade uma lista de profissionais qualificados que atuam como Peritos Contábeis.

Para os profissionais que possuem experiência comprovada em perícia contábil é possível, até 31 de dezembro, solicitar, conforme a Resolução, registro no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC), atualmente composto por mais de 4 mil inscritos.

A conselheira do CFC, Sandra Batista, informa que “o CNPC tem proporcionado um rico ambiente de discussão nos estados sobre a perícia e a atuação do perito, frutos de formação de comissão de perícias e de ações desenvolvidas pelos regionais como, por exemplo, a promoção de seminários e cursos e visitas institucionais aos tribunais para divulgar o cadastro”.

Segundo a Resolução, para a validação do cadastro, o contador deverá comprovar experiência em perícia contábil, anexando, no mínimo, a cópia da Ata ou Despacho Judicial, contendo a nomeação e o protocolo de entrega do Laudo Pericial para comprovar a sua atuação como perito do juiz; cópia da Petição com a indicação forma e o protocolo de entrega do Parecer Técnico Pericial para comprovar a atuação como perito assistente indicado pelas partes no processo judicial; cópia do documento que formalizou sua contratação e a entrega do Laudo Pericial ou do Parecer Técnico Pericial para comprovar a atuação como perito em demandas extrajudiciais que envolvam formas alternativas de solução de conflitos; e cópia do ato relativo à sua nomeação ou certidão emitida por órgão policial para comprovar sua atuação como perito oficial em demandas de natureza criminal.

Para os profissionais que não possuem experiência comprovada, o CFC realizou, em agosto, a primeira prova para Peritos Contábeis. Os mais 700 profissionais inscritos foram avaliados nos conhecimentos relacionados às Normas Brasileiras de Contabilidade Técnica, Profissionais e Interpretações inerentes à Perícia; Legislação sobre a Profissão Contábil; Ética Profissional; Legislação Relacionada ao Processo Civil Aplicada à Perícia; Direito Constitucional, Civil e Processual Civil Afetos à Legislação Profissional, à Prova Pericial e ao Perito; Língua Portuguesa e Redação.

Segundo a conselheira do CFC, Sandra Maria Batista, “o número de candidatos inscritos e que fizeram a prova nos surpreendeu de maneira positiva”. Ainda, segundo Sandra, “tivemos a presença de candidatos em todos os estados e no DF, sem registro de qualquer problema operacional, o que demonstra a preocupação do Sistema CFC/CRCs na condução dos exames”

No próximo ano, ainda que o contador tenha experiência comprovada em perícia contábil, o ingresso no cadastro será somente por meio do Exame de Qualificação Técnica para Perito Contábil.

Fonte: CFC

Coletânea de assuntos relativos à teoria e prática de perícia contábil. Além de uma linguagem acessível, é uma obra atualizável. Inclui a legislação vigente aplicável ás perícias. Exemplos de laudos e perícias contábeis. Clique aqui para mais informações. Manual de Perícia Contábil 

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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte IV

por Gilmar Duarte – via e-mail 02.10.2017

Como é que o faturamento e o lucro têm se comportado em 2017 quando comparado com os cinco anos anteriores? Este resultado revela as tendências do mercado e a necessidade de ações diferentes.

O filósofo e escritor americano John Dewey (1859/1952) afirmou que “um problema bem definido está meio resolvido”, pois desconhecer a situação dificulta saber por onde começar e a indefinição contribui para mantê-lo ignorado. Buscar informações da maneira como a classe empresarial atua no Brasil é o nosso maior desejo, pois permitirá explorar as dificuldades para propor soluções.

Aos que ainda não tiveram a oportunidade de ler os três primeiros artigos que deram início à análise da PNEC/2017, os mesmos estão disponíveis em:

https://boletimcontabil.net/2017/09/05/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-i/

https://boletimcontabil.net/2017/09/18/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-ii-empregados/

https://boletimcontabil.net/2017/09/25/resultados-da-pesquisa-nacional-de-empresas-contabeis-pnec-parte-iii/

Em 2014, ocasião da 2ª PNEC, a economia brasileira estava menos desorganizada do que atualmente. De lá para cá a credibilidade da população em relação aos governantes caiu sensivelmente em função dos sucessivos escândalos escancarados pela Operação Lava Jato, que pela segunda vez afastou um presidente do Brasil.

Em 2014, 67% dos empresários contábeis responderam que ao comparar o faturamento daquele ano com os cinco anos anteriores foi apurado crescimento. Em 2017 a realidade é bem diferente, pois apenas 49% afirmaram que houve crescimento se comparados com os últimos cinco anos; 17% responderam que o faturamento está igual, 28% declararam que caiu e 6% não souberam ou não quiseram responder.

A onda propagada pelas Casas Bahia “quer pagar quanto?” tem se espalhado por todos os setores. Os mais atentos quanto ao aproveitamento dos novos recursos tecnológicos conseguem produzir muito mais com custos menores, e assim os preços caem. Quem não adotou essas tecnologias se depara com a exigência dos clientes, em função dos preços da concorrência. Essa onda faz os preços caírem. E como fica o lucro no meio disso?

Já na 3º PNEC, enquanto 67% disseram que o faturamento cresceu, apenas 56% reconhecem que o lucro líquido também apurou crescimento, ou seja, 84% daqueles que tiveram faturamento maior também conseguiram lucro maior.

Em 2017, de acordo com as respostas dos empresários contábeis que participaram da PNEC, o lucro cresceu apenas 31%, ou seja, 63% daqueles que disseram que houve crescimento no faturamento conseguiram aumentar o lucro. Por outro lado, 22% dos empresários responderam que o lucro estava igual, 39% disseram que caiu e 8% não souberam ou não quiseram responder.

As dificuldades parecem maiores, mas a classe empresarial contábil tem uma excelente oportunidade para se reinventar. Como já disse Frank Lloyd Wright (1867/1959), arquiteto, escritor e educado estadunidense, “a raça humana construiu com mais nobreza quando as limitações eram maiores”.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Publicada Nova Versão da ECD

Publicada a versão 4.0.6 da ECD – Escrituração Contábil Digital,  com as seguintes alterações:

1) Correção da visualização do relatório de balancetes mensais.

2) Correção do erro de Java na opção “Criar Escrituração”.

3) Correção da visualização do relatório da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).
Fonte: Portal SPED – 29.09.2017

O que é o CNPC?

O Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC) do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), tem o objetivo de oferecer ao judiciário e à sociedade uma lista de profissionais qualificados que atuam como Peritos Contábeis.

Desta forma, através do Sistema CFC/CRCs é possível identificá-los com o intuito de dar maior celeridade à ação do poder judiciário, uma vez que se poderá conhecer geograficamente e, também, por especialidade a disponibilidade desses profissionais.

O CNPC se justifica tendo em vista o novo Código de Processo Civil Brasileiro (CPC), que entrou em vigor no dia 18 de março de 2016, determinando que os juízes sejam assistidos por peritos quando a prova do fato depender de conhecimento específico e que os tribunais consultem os conselhos de classe para formar um cadastro desses profissionais.

Como obter o cadastro no CNPC?

Para ingressar no cadastro, os contadores deverão apresentar comprovação de experiência em perícia contábil, até 31 de dezembro de 2017. 

No ato da inscrição, é preciso além da experiência, indicar a especificação da área de atuação e o estado e município em que se pretende exercer as atividades

A partir de 2017, o interessado sem experiência poderá ingressar no CNPC, mediante aprovação prévia em Exame de Qualificação Técnica (EQT) para perito contábil, cujo objetivo é aferir o nível de conhecimento e a competência técnicoprofissional necessários ao contador que pretende atuar na atividade de perícia contábil.

Aos contadores inscritos no CNPC, é obrigatório o cumprimento do PEPC (Programa de Educação Profissional Continuada) a partir de 1º de janeiro de 2018.

Fonte: site CFC (adpatado)

Coletânea de assuntos relativos à teoria e prática de perícia contábil. Além de uma linguagem acessível, é uma obra atualizável. Inclui a legislação vigente aplicável ás perícias. Exemplos de laudos e perícias contábeis. Clique aqui para mais informações. Manual de Perícia Contábil 

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Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte III

por Gilmar Duarte – via e-mail

A terceira parte da Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC) apresenta uma informação valorosa capaz de determinar o preço de venda da empresa.

A Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC realizada no período de maio a agosto do corrente ano contou com a participação de empresários contábeis de 85% dos estados brasileiros.

As empresas têm em média 17 anos, possuem 2,05 sócios (59% com atuação exclusiva na atividade), 12 empregados (58% do sexo feminino) de 30 anos com salários pouco acima de R$ 2,2 mil e faturamento de R$ 7,1 mil por empregado.

Estas e outras informações estão detalhadas nos artigos disponíveis em https://goo.gl/avYf9J e https://goo.gl/g2xmnw

Nesta terceira série de artigos da PNEC/2017, que busca desvendar a forma de atuação dos empresários contábeis no Brasil, será tratado dos clientes, o maior patrimônio de qualquer empresa, mas ainda mais especialmente naquelas que prestam serviços de contabilidade, pois o critério praticado para valorizar, por ocasião da venda da empresa, é justamente a carteira de clientes.

Alguns oferecem sete, dez ou até treze vezes os honorários para adquirir o “Escritório de Contabilidade”.

Tomemos como exemplo uma empresa com cem (100) clientes e o faturamento mensal de R$ 125 mil, poderá ser comercializado entre R$ 875 mil a R$ 1,6 milhões.

Certamente se totalizar todos os móveis e equipamentos necessários para a prestação dos serviços não ultrapassará a 20% deste montante.

A PNEC revelou que cada empresa contábil possui em média 93 clientes com faturamento bruto anual de R$ 1.274.718,00, o que equivale a R$ 106.226,00 por mês.

Desta forma é fácil concluir que, na média, as empresas contábeis têm o preço venal entre R$ 740 mil e R$ 1.380 mil, ou, para fazer a média e arredondar, podemos considerar que o preço das empresas contábeis é de R$ 1 milhão.

Seguem duas comparações: investindo este capital num imóvel para locação, a renda mensal ficará entre R$ 4 e R$ 5 mil; se investido em caderneta de poupança, os juros serão de aproximadamente R$ 4,7 mil. Naturalmente outros investimentos podem ser bem mais rentáveis, especialmente se o seu perfil for mais arrojado.

Observe que os honorários médios por cliente são de R$ 1.142,22, valor considerado altíssimo se comparado à nova onda de preços nesta atividade, ou seja, a contabilidade web ou online, que presta os serviços sem mostrar a cara e obriga o cliente a introduzir todas as informações, permitindo praticar preços a partir de R$ 59.

Esta epidemia que pretende proliferar pode parecer benéfica para os empresários (clientes), que poderão ofertar seus produtos também pelo menor preço, pois reduz os gastos. A falta de orientação aos clientes, serviço que os contadores fazem com competência, o modismo os leva ao descrédito. Orientar o cliente a decidir sobre o melhor regime tributário e aplicação correta é o diferencial do contador presencial, sem o qual os clientes podem ter prejuízos enormes.

Outra informação relevante em relação aos clientes é o atraso médio no recebimento dos honorários contábeis que representa 18% do faturamento de um mês.

A medição proposta na pesquisa foi somar os honorários vencidos há mais de 30 dias, com reais possibilidades de recebimento, divididos pelo faturamento de um mês. Trata-se de uma metodologia diferente da aplicada costumeiramente pela indústria e comércio.

A leitura do resultado apurado é que os empresários contábeis têm em média 18% de um faturamento mensal inadimplente e não perdido.

Adotada a metodologia de dividir os recebimentos não pontuais, mas com reais possibilidades de ser recebidos, pelo faturamento anual, chega-se a 1,5%. Destaco que este número não representa a perda ocorrida, mas atrasos com reais possibilidades de recebimento.

A PNEC tem muitas outras informações que serão reveladas nas próximas semanas.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Resultados da Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC – Parte II (Empregados)

Por Gilmar Duarte – 18.09.2017 – via e-mail

Esta é a segunda parte da Pesquisa Nacional das Empresas Contábeis (PNEC), que revelou importantes informações para auxiliar o empresário contábil também em relação aos empregados.

A 3ª Pesquisa Nacional de Empresas Contábeis – PNEC, realizada entre maio e agosto de 2017, contou com a participação de empresários contábeis de 85% dos estados brasileiros. As empresas que responderam ao questionário têm, em média, 17 anos de atividade e 2,05 sócios, dos quais 59% atuam com exclusividade na empresa de serviços contábeis, ou seja, 41% têm mais de um negócio. Se desejar mais detalhes da primeira etapa da pesquisa acesse o link https://goo.gl/avYf9J.

 As empresas contábeis são compostas, na média, de 12 empregados, número 38% maior do que o revelado na pesquisa de 2013/14, de 8,7 empregados. Destaque para a existência de grandes empresas, sendo que uma informou ter mais de 400 colaboradores. As empresas “Eu S/A”, formadas apenas pelo proprietário, representaram 5% do total; 49% têm entre um e cinco empregados; entre seis e dez empregados são 21% do total; portanto, 23% das empresas têm mais de dez empregados. Com essas revelações é possível concluir que as empresas contábeis, vulgarmente denominadas “escritório de contabilidade” são notadamente formadas por pequeno número de empregados.

Embora as mulheres sejam maioria dos empregados nas empresas prestadoras de serviços de contabilidade, a participação feminina caiu em relação à PNEC de 2013/14. Naquele ano elas somavam 64% dos empregados e em 2017 representam 58%, uma queda de quase 10% dos postos de trabalho.

Os empregados das empresas contábeis são notadamente jovens, pois têm a média de 30 anos de idade, um pouco superior à última pesquisa, que apresentou a idade de 28,8 anos. Esta mesma realidade foi constatada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em 2011e publicada no globo.com em 21/09/2012. A PNAD aponta que a força de trabalho está concentrada na população entre 30 e 59 anos de idade, que 26% da força de trabalho está na faixa etária de 30 a 39 anos de idade, 22% entre 40 e 49 anos e 14% entre 50 e 59 anos. Os mais jovens (20 a 29 anos) representam um quarto da força de trabalho.

 Os políticos brasileiros, nas campanhas eleitorais, destacam a importância da escolaridade para que o país atinja o desenvolvimento, mas não é o que acontece após conquistarem os cargos, pois observa-se a opção por mão de obra mais barata e isto pode estar ligado à formação. Políticas de incentivo para a contratação de mão de obra qualificada devem ser executadas. Este desmazelo não é novidade e tal singularidade identifica-se também no meio contábil, categoria que necessita manter-se em contínuo aprendizado, por ser peculiar à atividade. Na PNEC de 2014, 57% dos empregados possuíam curso superior, mas em 2017 esse número caiu para apenas, 45%. O reflexo pode ser a alta concorrência e, portanto, a imprescindibilidade de baixar os custos para viabilizar a atuação no mercado que é disputadíssimo. Profissionais com menor escolaridade são sinônimo de salários mais baixos.

 O salário médio dos empregados das empresas contábeis, de acordo com a 3ª PNEC, já somados os benefícios (salários, prêmios e horas extras), mas não incluso os encargos sociais e trabalhistas, foi R$ 2.224,26. Infelizmente, devido a mudança da metodologia da pesquisa salarial, não há comparativo com a pesquisa anterior.

 O faturamento médio por colaborador é uma conta fácil de ser feita e permite a comparação da produtividade entre as empresas: basta tomar o faturamento bruto do mês e dividir pelo número de colaboradores (empregados mais os sócios que atuam dentro da empresa). Em 2013/14 foi de R$ 5.058,78 por colaborador e em 2017 teve um aumento de mais de 40%, ou seja, R$ 7.118,97.

Observem que acima informou-se que na pesquisa deste ano teve 38% a mais de empregados em relação a 2013/14 e agora é apresentado que o faturamento médio por colaborador cresceu 40%. Para os menos atentos pode parecer que é um reflexo lógico, pois se aumenta o número de empregados também deve aumentar o faturamento, mas não está sendo tratado crescimento do faturamento absoluto, mas médio por colaborador. Então deve-se concluir que as empresas conseguiram automatizar os processos. Mesmo diante da possível queda dos honorários médios, o faturamento individual teve expressivo crescimento. Esta é uma boa notícia!

Continue acompanhando, pois nas próximas semanas serão publicados outros artigos com mais informações da PNEC: margem de contribuição, lucro líquido, seguro de responsabilidade civil, enfoques da precificação, softwares e muito mais.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

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MEI Pode Parcelar Débitos Tributários em Até 120 Meses

O MEI – Microempreendedor Individual, pode parcelar em até 120 prestações os seus débitos tributários até a competência maio de 2016, conforme aprovado pela Resolução CGSN nº 134, de 13 de junho de 2017.

Nesse parcelamento, é permita a inclusão dos seguintes débitos:

  • ainda não constituídos, desde que o MEI apresente as Declarações Anuais Simplificadas para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei), até cinco dias úteis antes do pedido de parcelamento;
  • com exigibilidade suspensa em decorrência de discussão administrativa ou judicial; desde que desistam das correspondentes ações em discussão;
  • não exigíveis, a critério do MEI, para fins de contagem da carência para obtenção dos benefícios previdenciários.

Caso a dívida esteja com a exigibilidade suspensa em decorrência de discussão administrativa ou judicial, o MEI deverá, até 2 de outubro de 2017, comparecer à unidade da RFB de seu domicílio tributário para comprovar a desistência expressa e irrevogável da impugnação ou do recurso interposto, ou da ação judicial.

O pedido de parcelamento:

· deverá ser apresentado a partir das 8 horas do dia 3 de julho até às 20 horas do dia 2 de outubro de 2017, horário de Brasília, exclusivamente por meio do sítio da RFB na Internet, do Portal e-CAC ou do Portal do Simples Nacional.

· abrange a totalidade dos débitos exigíveis;

· independe de apresentação de garantia;

· implica confissão irrevogável e irretratável da totalidade dos débitos;

· será considerado automaticamente deferido depois de decorridos 90 noventa dias da data de sua protocolização, caso não haja manifestação da autoridade concedente

Somente produzirão efeitos os pedidos de parcelamento formulados com o correspondente pagamento tempestivo da 1ª (primeira) prestação.

Implicará rescisão do parcelamento:

· a falta de pagamento de 3 (três) parcelas, consecutivas ou não; ou
· a existência de saldo devedor após a data de vencimento da última parcela.

Base: Instrução Normativa RFB 1.713/2017

Manual do MEI - Lei Complementar 128/2008. Tópicos sobre abertura, vantagens, obrigações e tributação do Micro empreendedor Individual. Linguagem acessível e de fácil entendimento! Clique aqui para mais informações. MicroEmpreendedor Individual – MEI 

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