Condomínios: Um Filão à Espera de Contadores

Por Júlio César Zanluca – contabilista e autor da obra Contabilidade para Condomínios

As empresas contábeis experimentaram, nos últimos anos, grandes desafios de adaptação de seus negócios, com as novas tecnologias geradas pela internet e também as inúmeras exigências extras a serem cumpridas em nome dos seus clientes, como a ECD – Escrituração Contábil Digital – e a ECF – Escrituração Contábil Fiscal.

O mercado está com demandas em expansão, dado o alto grau de informações que são exigidos da contabilidade de qualquer empresa ou organização.

Em especial, destaco os condomínios, cujo amadorismo na administração vem sendo substituído pela gestão mais profissional e transparente dos novos síndicos eleitos, que enfocam qualidade, custo baixo e valorização do imóvel. Afinal, patrimônio precisa de controle, e isto é tarefa primordial da contabilidade.

O controle de operações condominiais exige atenção redobrada, especialmente nos aspectos de:

  1. Prestação de contas do síndico;
  2. Utilização dos fundos de reserva determinados pelas assembleias condominiais e
  3. Controle das retenções, pagamentos e exigências tributárias na contratação de empresas de serviços terceirizados.

Pense em oferecer um leque de serviços personalizados para condomínios de sua região, incluindo uma contabilidade atualizada e útil. Ao invés de simples relatórios de “livro caixa”, apresente a ideia de um balanço com ativos, passivos, patrimônio social e demonstração do resultado da gestão do síndico. Ou seja: vender a ideia de profissionalismo e transparência.

Deve um condomínio ter contabilidade? Sim. Isto porque, no âmbito de prestação de contas do síndico, todos os fatos administrativos precisam ser registrados, documentados e apresentados à assembleia geral ordinária que aprovará (ou não) referida demonstração.

Ora, como uma prestação de contas, envolvendo centenas (as vezes milhares) de transações pode ser aprovado, se não convenientemente apresentado, num formato padronizado e metodológico, como a contabilidade?

Por exemplo: alguém na assembleia poderá perguntar: – qual o valor do imobilizado que o condomínio possui? Se houver apenas o relatório de “receitas x despesas”, não se saberá qual é este valor. Na contabilidade, porém, serão registradas respectivas contas, por natureza dos bens (veículos, benfeitorias, ferramentas, computadores, etc.) e sua depreciação acumulada.

Não se trata de ser “obrigatório ou não”, a contabilidade é um instrumento de gestão, portanto, condomínios que prezam seu patrimônio a apresentarão não como uma obrigação, mas como uma ferramenta de administração, gestão e controle!

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Um comentário em “Condomínios: Um Filão à Espera de Contadores

  1. Concordo com vc, um grande nicho de mercado, porém, é necessário que a lei 4.591/64 concomitantemente com o Código Civil , seja alterado, é o que estou tentando , ementa a lei encaminhar a um deputado federal para ver se aprova. E mais importante, maior segurança para os condomínios, ou seja, os relatórios de despesas e receitas terão que ser analisadas por um contador, isto evitará fraude , roubo do sindico e por ai.

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