Aviltadores de Preços Quebram?

Gilmar Duarte (artigo enviado por e-mail pelo autor em 13.04.2015)

A prática de preços ínfimos não é sinônimo de longevidade e nem de conquista financeira capaz de acumular reservas para um futuro desconhecido.

Que a prostituição dos preços se faz presente no cotidiano de todos os mercados nós já sabemos, embora alguns ainda fiquem indignados, pois não compreendem como pessoas podem praticar preços tão baixos a ponto de ser impossível obter lucro.

Estes empresários parecem ter como único propósito destruir os concorrentes com a prática de preços aviltantes. O consolo é que esta prática tende a acabar, na medida em que os clientes percebem que preços ilusórios significam produtos de péssima qualidade.

Mas quem é que ganha com a manutenção desta política? Todos perdem! O vendedor, que pode ser um prestador de serviços, depois de intensa luta percebe que não consegue se sustentar e decide pular fora do barco quebrado. O cliente, insatisfeito, reclama que o prestador de serviço não lhe dá a atenção necessária, e vendo seu barco afundando, também pula fora ou tenta buscar outro prestador, agora disposto a pagar preços justos para obter qualidade.

Esta realidade acontece diariamente na imensidão deste nosso país, mas parece que a lição não é aprendida por quem é responsável pela educação.

Vejam que nas escolas – pasmem -, não ensinam a atribuição de valor ao serviço prestado. Ao médico ensinam conhecer o corpo humano e técnicas para a cura de doenças. Ao engenheiro, tudo a respeito de cálculos, menos dos seus serviços. Ao contador, todos os segredos para mostrar ao cliente a rentabilidade do seu patrimônio. Ao advogado, o conhecimento da legislação.

É … em todos os exemplos pode-se observar que esqueceram de ensinar a atribuição de valor ao trabalho, matéria que deveria ser a principal. As grandes empresas resolvem este problema contratando pessoas que buscaram especialização nesta arte, tornando-as rentáveis e conquistando sucesso.

Que saída resta aos empresários individuais ou àqueles que não podem contratar um especialista na arte de precificar? A solução é se especializar! Sim, buscar conhecimento em precificação, pois certamente ele já conhece bastante da atividade que atua, seja ela engenharia, medicina, advocacia, contabilidade etc.

Se conhecesse as regras básicas da precificação, o aviltador de preços – que quebra em pouco tempo – poderia estar em atividade, pois todos praticariam preços melhores sem a necessidade de muitos clientes, mas primando pela excelência no atendimento a uma quantidade menor de clientes.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor do livro “Honorários Contábeis” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com as modificações se houver a prévia concordância do autor.

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